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A Guantánamo brasileira

Veja entrou na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande (MS) e entrevistou os primeiros brasileiros adeptos do Islã condenados por terrorismo

access_time 12 ago 2017, 07h27

VEJA visitou a penitenciária de segurança máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e entrevistou os primeiros terroristas brasileiros condenados pela Justiça. Considerados culpados por tramarem um atentado terrorista durante a Olimpíada no Rio de Janeiro, em 2016, os detentos afirmaram que são vítimas de torturas físicas e psicológicas no presídio. Eles relatam que foram obrigados a fazer o cabelo e a barba, que as suas orações diárias foram interrompidas por agentes que lançaram gás de pimenta e tiveram a mão queimada com leite quente no café da manhã. O diretor da penitenciária, Rodrigo Almeida Morel, nega as acusações e diz que os presos adeptos do Islã se utilizam da “crença para tentar subverter as normas internas”. VEJA acompanhou de perto a rotina dos condenados por terrorismo que cumprem pena em regime fechado.

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