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Revoltas no mundo islâmico

A onda de protestos que varreu do poder o tunisiano Zine El Abidine Ben Ali, em 14 de janeiro, e o egípcio Hosni Mubarak, em 11 de fevereiro, já alcança todo o Norte da África e diversos países do Oriente Médio. Em comum, são nações de maioria islâmica e governos, em maior ou menor grau, ineficientes, corruptos e autoritários. Os protestos são muitas vezes articulados na internet, mas é nas ruas das grandes cidades que atraem a atenção da comunidade internacional - e da tropa de choque dos governos locais. Os manifestantes têm inspirado a solidariedade de países democráticos. Mas a instabilidade política inspira apreensão também: não basta derrubar um ditador para instalar um governo democrático. E dada a orientação fundamentalista de certas oposições, teme-se a ascensão de governantes ainda ineficientes, ainda corruptos e muito mais autoritários.

 

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