Presos cubanos
Após negociações com a Igreja Católica, a ditadura cubana se comprometeu a libertar 52 presos políticos em quatro meses. Todos os dissidentes beneficiados foram detidos em 2003, na chamada Primavera Negra. O acordo veio a tempo de o opositor Guillermo Fariñas encerrar a greve de fome que mantinha havia 135 dias. Tarde demais para Orlando Zapata, que morreu na prisão, em fevereiro, e que o presidente Lula comparou a criminosos comuns.
Treze continuam presos
Cuba descumpre prazo de libertação de presos políticos que recusaram o exílio
Memórias do cárcere cubano
Em Madri, ex-prisioneiros políticos relatam que "conviviam com ratos, baratas e excrementos"











