Escândalo na Casa Civil
Em 11 de setembro de 2010, VEJA traz à tona um caso surpreendente de aparelhamento do estado. Sua figura central é Erenice Guerra, ministra-chefe da Casa Civil, sucessora de Dilma Rousseff. A reportagem demonstra que, com a anuência e o apoio de Erenice, seu filho, Israel Guerra, transformou-se em lobista, intermediando contratos milionários mediante uma 'taxa de sucesso'. Cinco dias depois, Erenice deixa a pasta. No mesmo dia, seu filho e seu irmão são demitidos. E Dilma, que havia achado a denúncia 'mais um factoide', opina que a saída de sua antiga colaboradora é a 'atitude mais correta'.
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