Coreia contra Coreia
Em fevereiro de 2013, a Coreia do Norte realizou o terceiro teste nuclear da história do país e afirmou que outras medidas poderiam ser tomadas se a "hostilidade" dos Estados Unidos e da Coreia do Sul continuar. Desafiando as diversas pressões internacionais, o regime do ditador Kim Jong-un cumpriu as ameaças que vinha fazendo semanas antes e justificou o teste como um ato de autodefesa. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, classificou a ação como “altamente provocativa” e uma ameaça contra a segurança na região. Já a nova presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, prometeu “tolerância zero” em relação às provocações do Norte. O Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade uma resolução para impor novas sanções ao país. A partir de então, as relações diplomáticas entre os países vêm se desgastando. A Coreia do Norte chegou a considerar "completamente nulo" o armistício que suspendeu a Guerra da Coreia (1950-1953) e garantiu estar se preparando para uma guerra iminente contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos: "Agora é o momento da batalha final”.









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