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Os trunfos e os riscos da inteligência artificial

As máquinas já começaram a pensar, transformando em presente o que era só ficção científica. É uma revolução que traz maravilhas – mas também desafios

“A inteligência humana pode ser tão precisamente descrita que é possível construir uma máquina que a simule”, acreditava o cientista americano John McCarthy (1927-2011), que em 1955 cunhou um termo desconcertante: inteligência artificial (IA). Naquela época, apostava-se que não demorariam duas décadas para ser desenvolvida uma máquina capaz de pensar exatamente como nós, humanos. McCarthy morreu sem ver esse feito se concretizar. Isso, porém, está perto de ocorrer. Um avanço extraordinário, que trará maravilhas e, ao mesmo tempo, desafios aterrorizantes. Sim, o advento da inteligência artificial tem, sem dúvida, um lado claro, fértil, empolgante, mas também uma face escura, infernal, ameaçadora.

Longe de um cenário de ficção científica, já é possível sentir a presença – onipresença – da IA na rotina contemporânea. Ela ainda não é capaz de se emocionar ou ter ciência da própria existência, convenhamos. No entanto, facilita tremendamente a nossa vida, orquestrando algoritmos que regem o dia a dia deste ultraconectado século XXI. Os dois hemisférios da IA, o cristalino e o trevoso, são tema de duas reportagens especiais de VEJA, além de um artigo provocador do historiador Yuval Noah Harari, referência obrigatória no assunto, autor dos best-sellers Homo Deus: Uma breve história do amanhã (Companhia das Letras) e Sapiens: Uma breve história da humanidade (LPM).

(Anderson Marçal/VEJA)

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