O cérebro pornô: estamos diante de um novo vício?

Com a abundância de material de sexo explícito na internet, a ciência está começando a fazer uma investigação inusitada: será que a pornografia vicia?

 

Que impacto a atual avalanche de imagens pornográficas disponíveis na internet pode estar causando nos cérebros humanos? Reportagem de VEJA desta semana mostra que pesquisadores já falam na possibilidade de um vício em pornografia, que funcionaria à semelhança de drogas como a cocaína. Mas a questão está longe de um consenso na comunidade científica.

A falta de estudos do cérebro que comprovem o dano bioquímico, como já foi feito em relação ao uso da cocaína, é um problema. Em 2009, uma pesquisa do gênero fracassou pela impossibilidade de se formar um “grupo controle”. Ou seja: não foi possível encontrar homens adultos que nunca tivessem consumido material sexualmente explícito. Outro desafio é encontrar uma definição universal para a pornografia, diferenciando-a do erotismo, para nortear os estudos.

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