Há exageros nos pedidos de exames?

Roberto Kalil Filho diz que testes diagnósticos de ponta são, sim, parte essencial da medicina, mas não substituem uma boa relação com o paciente

Roberto Kalil Filho, diretor da divisão de cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e do Instituto do Coração, em São Paulo, debate sobre uma das questões mais atuais e polêmicas da medicina moderna em vídeo realizado por VEJA. A discussão tem ganhado cada vez mais espaço na medicina moderna sobretudo pela difusão dos aparelhos de imagem sofisticados que diagnosticam doenças com extrema precisão. Kalil discorre sobre as vantagens no uso da tecnologia – e seus limites.  Confira abaixo:

Comentários

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  1. Miguel Dias Gonçalves

    Palavra do médico do lula

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  2. Não há outros médicos no Brasil para dar entrevistas além do médico do lula?

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  3. Social Democrata Nem Direita Nem Esquerda

    Claro! Sempre fizeram isso pois o conchavo com os laboratórios rende muito. Já foi o tempo que o médico de verdade tocava o paciente e conhecia a fundo. Hoje, nem conversar direito conversam, que dirá, tocar.

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  4. Dar atenção ao “mefico” do luladra? Tenho mais o que fazer. Não li nem ouvi a “discorrecao”

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  5. A medicina é uma máquina de fazer dinheiro onde sempre falta mais um exame ou o remédio não deu serto e deve ser trocado ou não é especialideda desse médico e outro é indicado e pede mais exames que esses não estão confiáveis e por fim só a cirurgia exploratória vai resolver aquela verruga na bunda. Tudo isso quando não inventam as radioterapias e congêneres.

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  6. O que falta hoje aos médicos é capacidade e sensibilidade, a primeira porque muitos são mal formados em escolas de quinta e a segunda porque pensam na grana e não no paciente.

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  7. Hoje em dia são raros os médicos (Sacerdotes!).
    O que se tem são pessoas que fizeram da Medicina profissão, apesar do Juramento de Hipócrates.
    Não passam de “ledores” de exames. Coisa que até minha tia faz!
    Sei o que falo: Há mais de 30 anos trabalho na área da Saúde (DOENÇA, a começar pelos “profissionais”, não só “médicos”).

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