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Edição
1893, 23 de fevereiro de 2005
Literatura
Do
papel para a tela
A
televisão e a literatura brasileiras vivem um processo
de retroalimentação constante. É o que
informa a reportagem Senhora
dos Best-Sellers (pág. 100 de VEJA),
sobre o sucesso estrondoso que certos livros fazem depois
que são adaptados para o formato de minisséries
ou são citados por algum personagem de novela. Use
esse argumento da revista para examinar com a moçada
o que existe por trás dessa relação de
toma lá, dá cá entre as letras e a teledramaturgia.
Peça que os alunos teçam hipóteses sobre
os critérios adotados pela TV para escolher um título.
Há pressão de editoras ou dos autores sobre
os roteiristas? Qual será o tamanho da biblioteca de
um escritor de novelas? Ele consegue ler um romance que vai
ser adaptado na íntegra ou a tarefa é dividida
com o seu time de colaboradores? Optar por um clássico
é sinônimo de sucesso ou os telespectadores preferem
enredos contemporâneos? Por fim, peça que os
jovens listem alguns livros que merecem ganhar uma versão
na telinha.

Aula
proposta pela equipe de VEJA NA SALA DE AULA
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