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Edição
1998, 7 de março de 2007
Ciências
da Natureza, Matemática e suas Tecnologias - Biologia
Vênus
ataca
Examine
as novas descobertas da medicina sobre a fisiologia feminina

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Distinções
fisiológicas entre gêneros


Analisar
e discutir as novas revelações
a respeito das características biológicas
que diferenciam homens de mulheres |
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Que
a ciência vem esmiuçando cada vez mais diferenças
entre os gêneros, muitas delas sutis, talvez a moçada
já saiba. Mas o quanto esse conhecimento modifica o
diagnóstico e o tratamento de doenças pode ser
uma grande novidade. VEJA apresenta um balanço do que
os pesquisadores descobriram recentemente sobre as peculiaridades
fisiológicas que separam homens e mulheres. E mostra
como isso permite explicar comportamentos tão distintos
- alguns dos quais fazem parte do imaginário popular
há longa data - e que agora ganham comprovação
científica. O exame e a discussão da reportagem
devem gerar divertidas discussões em classe.
Atividades
1ª aula - Inicie com uma brincadeira do tipo guerra
dos sexos. Separe os grupos de meninos e meninas e proponha
algumas questões previamente selecionadas da reportagem,
tais como:
O pulmão das mulheres é igual ao dos homens?
Fumar é prejudicial à saúde para ambos
os sexos, mas qual deles é mais suscetível?
Quem resiste mais à dor, eles ou elas?
Quem está mais sujeito a depósito de placas
nas artérias cardíacas?
Qual é o papel da testosterona e do estrógeno
nos organismos masculino e feminino?
Os homens possuem, em média, cérebro maior?
Isso significa que eles são mais inteligentes?
Quem vê melhor as cores, tem maior alcance visual,
possui melhor visão periférica, olfato e audição
mais aguçados? E o paladar, é igual em ambos
os gêneros ou difere conforme o tipo de alimento?
Por que as mulheres têm mais rugas do que os homens?
Por que o risco de contaminação por HIV é
maior entre elas?
Que coração bate mais rápido, o feminino
ou o masculino?
Quem apresenta temperatura corporal mais alta?
Pergunte se todos percebem diferenças
entre o comportamento das meninas e dos meninos na escola
e em outras atividades sociais. Elas falam mais do que eles?
Observam melhor as coisas à sua volta, a forma de vestir
de cada um etc.? São mais sensíveis? Recomende
que os grupos discutam as questões internamente e depois
registrem as respostas numa folha de papel. No final, recolha
as folhas para discussão na aula seguinte.
2ª
e 3ª aulas - Divida o quadro-negro em três
colunas. Nas duas primeiras, um representante de cada grupo
vai reproduzir as respostas contidas na folha da aula anterior.
Em seguida, leia para a turma o conteúdo dos quadros
"Na
Saúde..." e "...e
na Doença". À medida que examinar
cada aspecto do assunto, transcreva a resposta na terceira
coluna. Com isso, a moçada poderá comparar o
que escreveu anteriormente com as informações
obtidas do texto. Reserve algum tempo para debater item por
item. Se for o caso, estenda-se mais num ou noutro que remeta
a conteúdos abordados no curso. No final, pergunte
se com tantas diferenças entre os sexos, remédios
e tratamentos podem ser os mesmos para homens e mulheres.
Leve os jovens a refletir a respeito de como aprenderam sobre
o corpo humano. O que eles acham que deve mudar, tendo em
vista os novos conhecimentos sobre o funcionamento distinto
dos organismos masculino e feminino? Com base nesse raciocínio,
encomende uma dissertação individual sobre o
tema, para ser entregue na aula seguinte.
4ª
aula - Recolha as redações e leia o
restante da reportagem com os estudantes. Ao final, proponha
que eles façam um resumo das alterações
que precisam ser introduzidas nos tratamentos médicos.
Examine, então, o quadro "É
uma Questão de Natureza" e sugira
que cada grupo liste o maior número possível
de características do sexo oposto e tente explicá-las
com base no que aprendeu. Muitas observações
provavelmente não terão base científica,
mas a brincadeira pode se revelar proveitosa. O estudo deve
culminar com a elaboração de painéis
com cartuns, como os que ilustram o texto de VEJA.

Roteiro criado pela equipe de VEJA NA SALA DE AULA
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