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Edição
1963, 5 de julho de 2006
Multidisciplinar
História
Um exército em farrapos
A resenha "Independência e Morte" (pág.
118 de VEJA), sobre o lançamento do livro
1776 - A História dos Homens que Lutaram pela Independência
dos Estados Unidos, de David McCullough, pode render
uma aula inovadora sobre o nascimento da nação
mais poderosa do planeta. Mostre que o foco do livro não
recai sobre as concepções iluministas dos pais
da jovem república nem sobre as decisivas intervenções
da França (1778), da Espanha (1779) e da Holanda (1780)
em apoio aos rebeldes. A análise é centrada
em 1776, quando a "ralé armada" das 13 colônias
lutava sozinha contra um inimigo bem mais forte. Quem eram
esses combatentes? Informe que os coloniais dispunham do Exército
Continental, cujos soldados serviam durante um ano, e de milícias
estaduais, que em geral se comprometiam a lutar por três
meses. Em raras ocasiões, mobilizaram mais de 20000
homens (contra cerca de 42000 britânicos).
Acrescente que o conflito teve início em 1775, com
algumas vitórias dos dois lados e uma derrota estratégica
dos americanos em seu projeto de invasão do Canadá.
Em 1776, os ingleses dominaram Nova York. A resposta de George
Washington, comandante do Exército, veio na noite de
Natal, com a travessia do rio Delaware - retratada na revista
- e as vitórias em Trenton e, depois, em Princeton.
Os triunfos deram novo ânimo aos batalhões americanos,
que então se desfaziam, e levaram muitos homens a se
realistar e a prosseguir na luta em 1777. Explique que foi
a obstinação da tal ralé armada e do
construtor do Exército Continental que convenceu a
França e outras potências européias a
intervir no conflito em 1778, cortando as linhas de comunicação
entre a Inglaterra e suas tropas nas 13 colônias. Depois
disso, a vitória de Washington foi uma questão
de tempo.

Plano
de aula sugerido pela equipe de VEJA NA SALA DE AULA
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