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Quem é quem 
George W. Bush nunca foi unanimidade. Amado por uns (principalmente os americanos
conservadores) e odiado por outros (muitos, espalhados por todo o mundo), o presidente
dos EUA é uma das personalidades mais controversas da atualidade. Sua imagem,
porém, nem sempre foi ruim. No primeiro mandato, o republicano chegou a ter grande
apoio popular e muitos aliados no exterior. Mas uma guerra com motivação discutível
e a maior crise financeira em décadas ajudaram a minar seu status. A semanas de
deixar o poder, seu governo tem índice de aprovação baixíssimo. Compare a situação
de Bush no primeiro e no segundo mandatos: |  |

| Primeiro mandato (2001-2005) |
| Um dos índices
de aprovação mais altos da história americana depois dos atentados de 11 de setembro
de 2001 (no auge, 83%) | |
Eleito em um pleito polêmico, em que recebeu a maioria dos votos
no colégio eleitoral, mas perdeu na votação popular para Al Gore |
| Guerras no Iraque e no Afeganistão
ainda não resolvidas, impulsionando a candidatura do republicano à reeleição em
2004 | |
Economia relativamente aquecida, muito em função dos cortes de impostos e gastos
bilionários provocados pelas duas guerras |
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| Segundo mandato (2005-2009) |
| Os piores índices
de aprovação da história, após duas guerras e uma grave crise financeira (no fim
de 2008, 22%) | |
Reeleito numa campanha acirrada contra o democrata John Kerry, mas, desta vez,
com a maioria de votos na contagem popular | |
Guerras no Iraque e no Afeganistão com perspectivas negativas, prejudicando a
candidatura do republicano John McCain em 2008 |
| Economia em grave crise, em decorrência
dos problemas do setor de crédito e de uma forte desaceleração em todos os setores |
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| Em 2000, Bush chegou à Casa Branca
depois de uma polêmica vitória sobre o democrata Al Gore, ex-vice de Bill Clinton.
Bush teve a maioria dos votos no colégio eleitoral, mas não foi o preferido na
votação popular. Foram 271 delegados e 50,456 milhões de votos, ante os 266 delegados
e 50,996 milhões de votos de Gore. Seu primeiro mandato foi assegurado por uma
atrapalhada eleição na Flórida, estado que era governado por seu irmão. Houve
até recontagem de votos. Sua posse ocorreu sob vaias e protestos. |
Eleição | A segunda vitória, contra
John Kerry, foi mais tranqüila do ponto de vista eleitoral. Bush obteve 286 delegados
e 62 milhões de votos; Kerry, 252 votos no colégio eleitoral e 59 milhões de votos
da população. Mas a reeleição despertou a ira dos críticos
no exterior. "Como podem ser tão burros?", chegou a perguntar, em sua capa, um
jornal inglês, referindo-se aos eleitores de Bush. Nas duas eleições, Bush fez
uma campanha que, para seus críticos, semeava a divisão e o rancor entre as diversas
comunidades dos EUA. | | Em 2000, ano da apertada vitória
sobre Al Gore, a base republicana no Congresso praticamente se manteve, com pequena
oscilação negativa. Na Câmara dos deputados americana, o partido passou a contar
com 221 representantes, dois a menos que na legislatura anterior. A oposição
ficou com dois a mais, somando 212. No Senado, que teme 100 cadeiras, a queda
republicana foi um pouco maior. A base do partido diminuiu de 54 para 50 representantes;
já os democratas foram de 46 para 50. O primeiro mandato de Bush foi marcado
pelo bloqueio, por parte dos democratas, de medidas como a liberação da exploração
de petróleo no Refúgio Nacional da Vida Selvagem, no Ártico. | Base
no Congresso | A vitória de Bush sobre Kerry foi
repetida nas disputas parlamentares. Ele se tornou o primeiro republicano desde
Calvin Coolidge (1923-1929) a conquistar ao mesmo tempo a reeleição e mais cadeiras
no parlamento. A base foi de 50 para 55 representantes no Senado e de 221 para
231 na Câmara. Os democratas caíram de 50 para 44 e de 212 para 200 membros, respectivamente
no Senado e na Câmara. Em 2006, porém, Bush foi derrotado nas urnas, um
sinal de que a segunda gestão de Bush prejudicou o partido. Na eleição
legislativa daquele ano, os democratas levaram 30 cadeiras a mais na Câmara e
seis no Senado. Com as eleições de 2008, os republicanos somam 173 na Câmara e
40 no Senado. | | Em 2001, Bush
assumiu a Presidência dos EUA politicamente fragilizado pela turbulenta vitória
no pleito, mas encontrou um cenário financeiro com ventos favoráveis. Naquele
tempo, o preço do barril de petróleo girava em torno de 23 dólares e a economia
americana crescia cerca de 3% ao ano. Corte de impostos dos mais ricos e o início
das campanhas militares contra o Afeganistão e o Iraque, entre outras medidas,
fizeram a maré virar. Calcula-se que 2,6 milhões de americanos perderam o emprego
entre 2001 e 2003 - ano em que Bush lança um pacote de estímulo avaliado em 600
bilhões de dólares, com a promessa de dez anos de vigor econômico. O clima sinalizava
para uma recessão. Analistas apostam que, se não fosse pelo temor gerado pelos
atentados de 11 de Setembro e pelas guerras, Bush não teria sido reeleito - afinal,
a economia já preocupava. |
Economia | A maré econômica voltou
a se acalmar no início do segundo mandato. Isso não duraria muito. Em função
dos gastos militares, o déficit público dos EUA seguiria em disparada. Na reta
final de seu governo, Bush foi massacrado por um temporal de notícias negativas.
A grave crise de liquidez e confiança nos mercados deflagrada em 2007 fez o governo
lançar um pacote de quase 700 bilhões de dólares. O gasto dos consumidores, que
nos EUA representa mais de dois terços do PIB, cairia 3,1% no terceiro trimestre
de 2008 - a primeira queda em 17 anos e a maior em 28. A taxa de desemprego atingiria
o pior número em cinco anos. Em outubro, foram 475.500 pedidos de seguro-desemprego,
contra 333.000 um ano antes. Especialistas consideram que a economia passa por
uma recessão quando a quantidade de solicitações ultrapassa os 400.000. |

Quando
Bush assumiu a presidência pela primeira vez, os EUA respiravam num clima de relativa
tranqüilidade. Não havia guerra contra o terror, não se falava da prisão de Abuh
Graib nem da base de Guantánamo, não havia conflitos no Iraque nem no Afeganistão.
Em 11 de setembro de 2001, contudo, aviões seqüestrados por terroristas médio-orientais
atingiram diversos edifícios americanos, resultando na morte de 2.973 pessoas
que estavam no World Trade Center, em Nova York. Bush declarou guerra à rede Al
Qaeda e invadiu o Afeganistão. Em 2003, passando por cima do que decidira a Organização
das Nações Unidas (ONU), invadiu também o Iraque, a quem acusava de fabricar armas
químicas, nunca comprovadas. Como o presidente americano é também o comandante-em-chefe
das Forças Armadas, pode-se dizer que Bush foi um verdadeiro senhor da guerra
em seu primeiro mandato. | Guerras | 
Se
a reeleição de Bush foi sustentada pelas guerras no Oriente Médio, a derrota do
republicano John McCain também pode ser atribuída a elas. O Iraque e o Afeganistão
se revelaram verdadeiros atoleiros para as Forças Armadas americanas. Bush derrubou
e matou Saddam Hussein, enforcado em Bagdá em dezembro de 2006, e obteve aliança
com o governo afegão, mas a situação nos dois países ainda parece longe de um
final feliz. No Afeganistão, o quadro é pouco pior, já que Bush envia mais recursos
e tropas ao Iraque, onde há cerca de 150 mil soldados americanos. O cenário que
Bush deixa para Barack Obama, como se vê, é cheio de espinhos. Além das guerras
em curso, Obama terá de enfrentar a ameaça nuclear do Irã, melhorar a estremecida
relação com a Rússia e garantir que a Coréia do Norte se desfaça de suas instalações
atômicas. Obama promete retirar as tropas do Iraque até 16 meses após sua posse. |
O primeiro governo de Bush corria sem
grandes sobressaltos quando, no dia 11 de setembro de 2001, quatro aviões
foram seqüestrados e os EUA sofreram seu pior ataque. A tragédia deu
a Bush algo que ainda faltava a seu mandato: uma marca. Depois de um começo
sem rumo algum, o governo lançava uma guerra ao terror, atraindo o apoio
da população e de aliados no exterior. O presidente, porém,
desperdiçou o apoio ao iniciar uma invasão ao Iraque - país
que, apesar de ter um brutal ditador, não nutria relação
alguma com a rede Al Qaeda. O que começou como grande mobilização
internacional contra os extremistas do mundo islâmico deu lugar a uma questionável
ofensiva para transformar o Iraque num modelo de democracia no mundo árabe.
O país, contudo, foi transformado num vespeiro de terroristas; os radicais
vindos de todas as partes viram no front iraquiano um local onde seria possível
combater os americanos cara a cara. As baixas militares logo superaram as perdas
humanas com o 11/9. |
Combate ao terrorismo | A dificuldade
de alcançar um desfecho para a guerra do Iraque fez com a que violência no país
aumentasse. Calcula-se que, até 2006, os EUA tenham gastado 2 trilhões de dólares
na guerra contra o terrorismo, matado 72.000 pessoas e perdido mais de 4.000 soldados.
Os resultados, porém, eram questionáveis: Osama bin Laden e seus
principais auxiliares continuavam soltos no fim do segundo mandato de Bush, um
período em que o Afeganistão voltou a preocupar o governo americano
(a milícia Talibã ainda tem força e sua influência
ainda é marcante na fronteira com o Paquistão, um outro front importante
da guerra ao terror). A guerra ao terror também é marcada por episódios
que mancharam a imagem do país frente à comunidade internacional:
os abusos e agressões das tropas que cuidavam da cadeia iraquiana de Abu
Ghraib e a polêmica da prisão localizada na base cubana de Guantánamo,
em Cuba. Grupos de defesa dos direitos humanos pedem o fechamento do centro de
detenção. | 
George
W. Bush conseguiu a lamentável proeza de reverter uma grande onda de apoio
aos EUA no exterior depois do 11 de Setembro em enorme reprovação
à posição americana no mundo com a decisão de atacar
o Iraque. Enquanto Bush se dizia convicto de que o país escondia armas
de destruição em massa, a ONU insistia que atacar Saddam Hussein
militarmente não era a melhor saída. Além disso, prejudicou
a imagem dos EUA com políticas questionáveis nas áreas ambiental,
comercial e diplomática. Nas viagens ao exterior, era seguido por multidões
com faixas e cartazes contra ele. A imagem do pais como um todo teve um grave
desgaste, de acordo com pesquisas. | Imagem
dos EUA no mundo | 
No
seu segundo mandato, George W. Bush não iniciou mais guerras, mas também não conseguiu
recuperar sua imagem no exterior. Prova disso foram as comemorações em várias
partes do mundo pela vitória do democrata Barack Obama, candidato de oposição
ao seu governo, contra John McCain, o concorrente governista no pleito de novembro
de 2008. Eleito, Obama foi saudado por diversos líderes estrangeiros como
símbolo de uma nova era para os americanos. Segundo o fotógrafo italiano
Oliviero Toscani, "com ele se acabam as ideologias idiotas". Para especialistas
em política internacional, a eleição de Obama vai ajudar
os EUA na recuperação de sua imagem. | | Depois
de uma discutível vitória nas urnas, Bush viveu um momento de alta popularidade.
Chegou a ter alguns dos melhores índices de aprovação de um presidente dos EUA
na história. Segundo uma pesquisa divulgada em janeiro de 2002 pelo jornal
Washington Post e pela rede ABC, 83% dos americanos aprovavam Bush, e 88%
eram a favor da investida contra o terror. Logo depois, no entanto, sua popularidade
entrou em declínio. Foi de cerca de 65% em setembro de 2002 e de 56% em agosto
de 2003, segundo sondagem divulgada pelo Washington Post e pela NBC. Em
2004, sua imagem se desgastaria ainda mais em função de declarações
do ex-assessor da Casa Branca Richard Clarke de que o presidente tinha menosprezado
a Al Qaeda. Mas Bush se reelege com cerca de 50% de aprovação da
população. | Índices
de popularidade | O pior estrago
na imagem de Bush, ao menos entre os seus compatriotas, ocorreu mesmo no segundo
mandato. De acordo com as pesquisas de opinião mais recentes, Bush tornou-se um
dos presidentes menos aprovados na história americana. Segundo levantamento do
jornal The New York Times e da rede CBS, apenas 22% dos americanos aprovavam
seu governo em outubro de 2008, desempenho pouco melhor que o de Richard Nixon
à época do grave escândalo Watergate. A impopularidade de Bush é vista como um
dos motivos da derrota do candidato republicano à sucessão, John
McCain. Já em 2006, a aprovação do texano pelos americanos tinha caído para 33%,
de acordo com sondagem da rede ABC e do jornal Washington Post. Em agosto
de 2007, em estudo feito pela empresa de pesquisas Zogby International, era de
32%. | 
O
primeiro mandato de Bush foi sem dúvida o mais confortável para ele. Isso não
impediu, no entanto, que auxiliares deixassem o governo. Um deles foi o assessor
econômico Larry Lindsey. Outro foi o secretário do Tesouro Paul O'Neill, demitido
por Bush. Ambos saíram em 2002, num momento em que havia risco de recessão nos
EUA. Com a queda da popularidade de Bush e a onda de reprovação
ao governo, começou uma verdadeira debandada na Casa Branca. No final de
2004, foram pelo menos sete renúncias. O secretário de Estado Collin Powell anunciou
que não permaneceria no segundo mandato, ao mesmo tempo em que três colegas -
das pastas de Educação, Energia e Agricultura - pediam as contas. Poucos dias
antes, o procurador-geral e secretário de Justiça, John Ashcroft, e também
o secretário do Comércio, Don Evans, haviam deixado o governo. John Danforth,
embaixador nas Nações Unidas, também pediu para sair. | Equipe | 
Bush
continuou a perder assessores junto com a queda de sua popularidade. Em novembro
de 2006, o secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, renunciou, depois
de intensa pressão da população por sua saída. Rumsfeld,
um dos principais nomes do governo, é um dos mentores da guerra do Iraque.
Sete meses antes, o diretor de Orçamento, Rob Portman, já havia saído. Em 2007,
a situação fica ainda pior. O governo dos EUA perde, entre outros, Dan Bartlett,
assessor político do presidente e um dos colaboradores mais próximos de Bush;
Tony Snow, o porta-voz da Casa Branca; Karl Rove, assessor de Bush e um dos cérebros
de sua gestão; Fran Towsend, assessora para segurança interna e atividades antiterroristas;
e Alberto Gonzales, o secretário de Justiça acusado de destituir promotores por
razões políticas. Sem Collin Powell por perto, o nome forte do segundo mandato
foi Condoleezza Rice, que seria alçada a secretária de Estado. |
| Quando assumiu a presidência em 2001, Bush contava
com um superávit estimado em 5,6 trilhões de dólares. Podia, portanto, governar
com tranqüilidade. O republicano prometeu usar o dinheiro para reforçar
a previdência e reduzir impostos. Só cumpriu a segunda parte de sua promessa
e, ainda assim, com valores bem mais baixos que os anunciados. Em 2003, graças
às guerras, o superávit de 5,6 trilhões de dólares já havia se transformado
em déficit de 3,3 trilhões. | Contas
do governo | Tensionado pelos gastos
militares no Iraque e no Afeganistão, e também pelo pacote de estímulo
econômico de quase 700 bilhões de dólares, o déficit público disparou. Barack
Obama herdará uma dívida gigantesca. No fim de setembro, os EUA fecharam o exercício
orçamentário de 2008 amargando um déficit recorde de 455 bilhões de dólares. A
previsão é de que o déficit supere 1 trilhão de dólares no exercício 2009, que
teve início no último mês de outubro. | | Bush
cortou impostos, mas é acusado de pensar só nos ricos ao tomar essa
providência. Reduziu os impostos sobre o pagamento de dividendos para quem
possui ações nas bolsas de valores, dentro de um pacote econômico de 600 bilhões
de dólares lançado em 2003 para estimular a economia pelos dez anos seguintes.
Segundo os democratas, ele beneficiou apenas as pessoas que ganham mais de 100.000
dólares por ano. | Impostos | Em
seu segundo mandato, Bush manteve a disposição de cortar impostos
dos mais ricos, coisa que Obama planeja reverter parcialmente. O democrata já
anunciou que famílias com renda superior a 250.000 dólares anuais pagarão mais.
Em 2008, para combater a crise econômica, o atual prsidente investiu na restituição
de tributos ao contribuinte. A idéia de Obama é cobrar dos mais ricos para diminuir
a desigualdade e, desse modo, estimular a economia americana. |
A cooperação entre EUA e América
Latina com Bush na Casa Branca ficou em segundo plano. A prioridade era mesmo
a questão da segurança nacional. As exceções foram
os laços próximos entre Bush e o colombiano Álvaro Uribe,
aliado incondicional. As parcerisa com o Brasil e com o Chile também foram
positivas. Com a Venezuela, a situação era totalmente diferente.
Em 2002, o ditador Hugo Chavéz acusou o líder americano de tramar um golpe
para tirá-lo do poder. Chávez aproveitou a impopularidade de Bush na região
para se apresentar como inimigo do americano. Queria apoio popular e influência
regional. Sobre Cuba, Bush manteve o bloqueio imposto em 1962 e tomou medidas
que aumentaram as restrições à ilha, como dificultar visitas de cubanos que moram
nos EUA ao país de Fidel Castro. | Relações
com a América Latina | Bush
continuou sendo alvo dos populistas da América Latina. Em 2006, Chavez
chamou Bush de "Mister Danger" ("Senhor Perigo") e ignorante; em 2007, o presidente
americano afirmou que Chavez desmantelava a democracia e voltou a afirmar que
Cuba, aliada da Venezuela, fere os direitos humanos. A Bolívia também entrou para
o rol de adversários do governo Bush. O frágil e pobre país
de Evo Morales acusou o presidente americano de tentar sabotar o seu governo,
ao suspender as isenções fiscais de que se beneficiavam os produtos bolivianos
para entrar no mercado dos EUA. Bush chegou ao fim de seu mandato sem conseguir
emplacar um acordo para a criação da Área de Livre Comércio
das Américas (Alca), uma de suas metas para ajudar a ampliar os mercados
aos produtos dos EUA. | |