
| Goleiros:
Diego Alves (Almería, Espanha) e Renan (Internacional) |
|
Defensores: Alex Silva (São Paulo),
Breno (Bayern, Alemanha), Thiago Silva (Fluminense),
Ilsinho (Shakhtar, Ucrânia), Rafinha (Schalke
04, Alemanha) e Marcelo (Real Madrid, Espanha) |
| Meias:
Anderson (Manchester U., Inglaterra), Hernanes
(São Paulo), Lucas (Liverpool, Inglaterra),
Ramires (Cruzeiro), Diego (Werder B., Alemanha),
Thiago Neves (Fluminense) e Ronaldinho Gaúcho
(Milan, Itália) |
|
Atacantes: Alexandre Pato (Milan, Itália),
Jô (Manchester City, Inglaterra) e Rafael Sobis
(Real Bétis, Espanha) |
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| Goleiros:
Ustari (Getafe, Espanha) e Romero (AZ Alkmaar,
Holanda) |
|
Defensores: Monzón (Boca Juniors),
Fazio (Sevilla, Espanha), Pareja (Anderlecht,
Bélgica), Garay (Racing de Santander, Espanha)
e Zabaleta (Espanyol, Espanha) |
| Meias:
Mascherano (Liverpool, Inglaterra), Riquelme
(Boca Juniors), Gago (Real Madrid, Espanha),
Banega (Valencia, Espanha), Sosa (Bayern, Alemanha),
Buonanotte (River Plate) |
| Atacantes:
Agüero (Atlético de Madrid, Espanha), Messi
(Barcelona, Espanha), Acosta (Sevilla, Espanha),
Lavezzi (Napoli, Itália) e Di María (Benfica,
Portugal) |
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| Principal seleção de futebol
do planeta, o Brasil é conhecido por ter revelar jogadores
como Pelé, Garrincha, Ronaldo, Romário, Zico e outras dezenas
de craques. Detentor de cinco títulos de Copa do Mundo (1958,
1962, 1970, 1994 e 2002), oito de Copa América e duas Copas
das Confederações, é o maior vencedor da história do futebol,
mas ainda carece de uma medalha olímpica (tem só duas pratas).
|
Escola
de futebol |
Uma das seleções mais bem-sucedidas
do mundo, já conquistou os quatro grandes títulos do futebol:
Copa do Mundo (1978 e 1986), Jogos Olímpicos (2004), Copa
das Confederações (1992) e seu campeonato continental (14
vezes títulos da Copa América). Só a França tem essa marca.
Também é um país famoso por revelar grandes jogadores, como
Maradona e Di Stéfano. Faz com o Brasil um grande clássico.
|
| O único título que falta na
estante da Confederação Brasileira de Futebol
(CBF) é justamente a medalha de ouro olímpica.
A seleção foi duas vezes medalha de prata
(em Los Angeles, em 1984, e em Seul, em 1988) e uma vez
medalha de bronze, em 1996, após ser desclassificado
pela Nigéria. |
Histórico
em Olimpíadas |
A seleção argentina tem três medalhas olímpicas:
duas pratas (Amsterdã, em 1928, e Atlanta, em 1996) e um
ouro (nos Jogos de Atenas, disputados em 2004). Na última
Olimpíada, a Argentina se consagrou vencendo todos os jogos
e tendo o melhor ataque da competição. Não levou um gol
sequer. |
| A camisa amarela é a mais
tradicional do mundo. Isso pode jogar a favor da equipe
que vai a Pequim. Outro ponto favorável é a habilidade de
alguns atletas, que pode salvar o péssimo desempenho tático
dos times de Dunga. |
Pontos
fortes |
A seleção da Argentina
se preparou para as Olimpíadas desde o início de 2008. Com
alguns amistosos no currículo e um time pré-selecionado
em março deste ano, a seleção tem tudo para se tornar a
bicampeã olímpica. |
|
Tem um técnico inexperiente e um grupo desentrosado
e pouco preparado para disputar as Olimpíadas. A CBF pouco
se importou com Pequim e, mais preocupada com os amistosos
que dão dinheiro à entidade, não guardou no calendário
datas para os jogos de preparação da seleção olímpica.
|
Pontos
fracos |
Os dois grandes astros da equipe,
Messi e Riquelme, não se falam. O fato pode trazer um certo
desconforto para a seleção. Os argentinos também podem sentir
a pressão da torcida, já que não ganham um título há algum
tempo com a seleção principal. A última grande vitória foi
o ouro em 2004. |
|

Dunga
Capitão da seleção na Copa de 1994, chamava atenção
pela liderança no campo. Essa liderança foi fator decisivo
para que o ex-jogador se tornasse técnico da seleção brasileira
sem ter nenhuma experiência no cargo. Com a missão de
mexer com o brio dos jogadores e fazer com que renascesse
o amor pela seleção, Dunga renovou o time. Após dois anos,
ele acumula um título de Copa América e muitas críticas.
É fraco na parte tática e não sabe lidar com astros como
Kaká e Ronaldinho. Pode perder o cargo se fracassar com
a seleção em Pequim.
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Técnicos
|

Sergio Batista
O técnico da seleção principal da Argentina não aceitou
dirigir a equipe que disputará os Jogos Olímpicos de Pequim.
Oficialmente, Alfio Basilie não quis acumular as funções
porque estaria ocupado com os preparativos para as Eliminatórias
da Copa do Mundo de 2010. Com isso, Sergio Batista, que
foi campeão mundial pela Argentina em 1986 e vice em 1990,
vai comandar o time favorito ao título em Pequim. Antes
da definição, Batista comandava a seleção sub-20 e era
coordenador das equipes de base da Argentina.
|

Alexandre Pato
Nascido em 1989, Alexandre Rodrigues da Silva carrega
o apelido de Pato por ter nascido na cidade de Pato Branco.
Despontou no cenário mundial ao marcar um gol na semifinal
do Mundial de Clubes da Fifa, pelo Internacional de Porto
Alegre. O gol lhe rendeu um recorde: é o jogador mais jovem
(com 17 anos e 102 dias) a marcar gols numa competição oficial
adulta da Fifa. Antes dele, o recorde era simplesmente de
Pelé. Em agosto de 2007, um mês antes de completar 18 anos,
foi contratado pelo Milan, da Itália, por 20 milhões de
dólares. Estreou pela seleção principal do Brasil em 26
de março de 2008, contra a Suécia. Entrou no segundo tempo
e fez o gol da vitória, encobrindo o goleiro. |
O
destaque |

Lionel Messi
Lionel Andrés Messi, maior astro argentino no momento,
nasceu em 1987 e é apontado por alguns críticos como o sucessor
de Maradona. Conhecido por sua habilidade fora do comum,
ele foi contratado pelo Barcelona quando tinha apenas 13
anos. Desde então, passou por todas as categorias de base
do time espanhol, até chegar, aos 16 anos, ao time principal
do Barcelona. No Mundial Sub-20, em 2005, Messi foi campeão
com a Argentina, além de artilheiro e também o melhor do
campeonato. Em 2006, Messi disputou a Copa do Mundo da Alemanha
e, em 2007, foi escolhido o segundo melhor jogador do mundo,
perdendo o prêmio da Fifa para o meia brasileiro Kaká. |

Ronaldinho Gaúcho
Eleito duas vezes o melhor jogador do mundo, em 2005
e 2006, o meia Ronaldinho Gaúcho nunca deslanchou na seleção
brasileira. Apesar de ter no currículo uma conquista de
Copa do Mundo, em 2002, sempre jogou na seleção menos do
que se esperava dele. Por isso, gaúcho é mais lembrado pelo
fracasso de 2006 do que pelo sucesso de 2002. Nos últimos
dois anos, enfrentou problemas técnicos e físicos. Bem acima
do peso e fora de forma, o jogador, contratado pelo Milan,
da Itália, terá em Pequim uma boa chance de enfim ser a
figura central de uma seleção brasileira. |
A
incógnita |

Riquelme
Juan Román Riquelme tem tudo para ser a grande estrela
da seleção argentina, mas ainda não é. Essencial para o
Boca Juniors, o jogador nunca despontou em equipes na Europa
ou foi unanimidade na seleção nacional. Uns dizem que o
motivo é seu temperamento difícil: no Boca, ele manda; na
seleção, é um dos astros. Para outros, ele não agüenta todo
o peso da camisa 10 da Argentina. De qualquer forma, é peça
fundamental de muitos títulos do Boca e ainda está devendo
na seleção. Na China, poderá provar seu valor e conquistar
o seu primeiro título pela seleção. |
Grupo C: Brasil, Bélgica, China
e Nova Zelândia
O primeiro colocado deste grupo jogará as quartas-de-final
contra o segundo colocado do grupo D, composto por Camarões,
Honduras, Itália e Coréia do Sul. Na semifinal, o confronto
poderá ser contra a Argentina. |
Caminho
para o ouro |
Grupo A: Argentina, Austrália,
Costa do Marfim e Sérvia
O primeiro colocado deste grupo jogará as quartas-de-final
contra o segundo colocado do Grupo B, composto por Estados
Unidos, Holanda, Japão e Nigéria. Na semifinal, o confronto
poderá ser contra o Brasil. |
| A seleção é uma incógnita.
Por sua camisa e seu time, seria uma favorita à medalha
de ouro. Por conta da preparação inexistente (o time só
começou a ser montado agora) e do inexperiente Dunga, pode
voltar cedo para casa. |
Chance
de conquistar uma medalha |
Com uma preparação fora
do comum (o time foi pré-selecionado em março de 2008) e
um técnico exclusivo para trabalhar com a equipe olímpica,
a seleção da Argentina chega à Pequim como a grande favoritas
a outro ouro. |
| Futebol Feminino |
| Se no futebol masculino o vento está soprando mais
forte para o lado dos argentinos, no feminino as brasileiras
levam vantagem num possível choque com as "hermanas".
Atual vice-campeã mundial, a seleção brasileira é
uma das favoritas ao título deste ano. Quarta colocada
em 1996 e 2000, o Brasil ficou com a prata em 2004,
ao perder para os Estados Unidos na decisão – o troco
veio três anos mais tarde, em 2007, quando as brasileiras
bateram as americanas na final dos Jogos Pan-Americanos
do Rio de Janeiro e depois na semifinal da Copa do
Mundo. As argentinas estão num nível bem inferior. |
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