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R$ 1,65 milhão: alguém se habilita?

Empresa ligada ao presidente do Congresso ganhou 1,6 milhão de reais muito nebulosos. Agora, quer devolver a grana, mas ninguém apareceu ainda para receber

Os três anos de investigação da Operação Lava Jato já produziram histórias curiosas envolvendo dinheiro e poder. As imagens do deputado correndo na rua com uma mala com 500 000 reais quase levaram à suspensão do mandato do presidente Michel Temer. A polícia apreendeu o dinheiro. Mais recentemente, descobriu-se que o ex-ministro Geddel Vieira Lima transformou um apartamento em um banco particular que guardava nada menos que 51 milhões de reais. O dinheiro também foi apreendido.

Ao contrário do que ocorreu nesses dois casos, nos cofres da Confederal, uma empresa de segurança de Brasília, há uma pequena fortuna à espera de um dono. É 1,65 milhão de reais, dinheiro proscrito desde que os investigadores passaram a seguir seu rastro. Dinheiro que ninguém quer.

Propina? Caixa dois? Negócios? Ainda não se sabe direito a origem dos recursos. A polícia considera todas as hipóteses. Pelo que se investigou até agora, o grupo Hypermarcas recebeu um pedido de doação eleitoral para a campanha do senador Eunício Oliveira, o atual presidente do Congresso.

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