Conheça os técnicos que tiveram destaque no Brasileiro 2016

A dança dos técnicos foi alta novamente e apenas três sobreviveram da primeira à última rodada (Cuca, Paulo Autuori e Dorival Júnior). Dessa vez, porém, novos nomes surgiram

CUCA – PALMEIRAS

No início dos pontos corridos, Cuca era técnico para livrar as equipes do rebaixamento. Depois, sofria para se manter um campeonato inteiro no comando de algum time e para se livrar da pecha de azarado. Após o título da Libertadores em 2013, porém, tudo mudou. De volta ao Brasil para comandar o Palmeiras, após pouco mais de um ano na China, Cuca montou uma equipe consistente, eficiente e com brilho faturou seu primeiro Brasileirão. Em 38 jogos, venceu 24 e teve um belo aproveitamento de 69,4% dos pontos.

ZÉ RICARDO – FLAMENGO

Cria das categorias de base do Flamengo, Zé Ricardo levou o rubro-negro ao título da Copa São Paulo Júnior no início do ano. Depois, com a saída de Muricy Ramalho, o treinador de 45 anos assumiu o time interinamente a partir da 3ª rodada do Brasileirão. E, após uma sequência de bons resultados, acabou efetivado pela diretoria, levando o Fla ao terceiro lugar em seu primeiro ano como técnico profissional.

Revista PlacarJAIR VENTURA – BOTAFOGO

Filho de Jairzinho, o Furacão da Copa, Jair Ventura assumiu o Botafogo na 20ª rodada do Brasileirão, após a saída de Ricardo Gomes para o São Paulo. Jovem, com apenas 37 anos, teve a dura missão de tirar o time da zona do rebaixamento, mas conseguiu ainda mais. Em suas mãos, o time pulou para o 5º lugar e teve um aproveitamento de 64,9% dos pontos contra 37% de Ricardo Gomes, garantindo uma vaga na Libertadores.

Revista PlacarMARCELO OLIVEIRA – ATLÉTICO-MG

Bicampeão brasileiro em 2013 e 2014, Marcelo Oliveira chegou ao Atlético-MG na 2ª rodada deste ano. Apesar de levar o Galo à decisão da Copa do Brasil, o treinador não conseguiu dar um padrão de jogo ao time e perdeu a chance de brigar pelo título da Série A com um grande elenco nas mãos. Após a derrota na primeira final da Copa do Brasil, acabou demitido.

Alexandre Battibugli

CELSO ROTH – INTERNACIONAL

Técnico que levou o Inter ao título da Libertadores em 2010, Celso Roth, considerado ultrapassado por muitos, foi visto como a solução do Colorado para tirar o time da zona do rebaixamento. Mas o que se viu foi uma perda de tempo. Em 16 jogos e três meses de trabalho, seu aproveitamento foi de apenas 35,4% (quatro vitórias e sete derrotas).

Ricardo Duarte/Internacional

RICARDO GOMES – BOTAFOGO E SÃO PAULO

Após sofrer um AVC e ficar afastado por quatro anos, Ricardo Gomes voltou ao futebol em 2015 e levou o Botafogo de volta à Série A. Mas, no Brasileirão deste ano, o técnico vinha realizando uma campanha ruim com o time e acabou deixando a equipe para acertar com o São Paulo na virada do turno. No Tricolor paulista, o técnico não deu certo e acabou demitido na antepenúltima rodada.

São Paulo/Oficial

OSWALDO DE OLIVEIRA – CORINTHIANS

Já faz um bom tempo que Oswaldo de Oliveira não consegue se firmar numa equipe. No Brasileirão, começou pelo Sport, mas saiu do time na 30ª rodada para acertar com o Corinthians, deixando o Leão na 16ª colocação com um aproveitamento de 37,8%. No clube paulista, foi um pouco melhor (57,1%), mas não conseguiu levar o time para a Libertadores, além de ser eliminado na Copa do Brasil, fechando o ano mais uma vez em baixa.

Rodrigo Gazzanel/Corinthians

DORIVAL JÚNIOR – SANTOS

Técnico que está há mais tempo no comando de um clube da Série A (desde julho de 2015), Dorival Júnior realizou mais uma boa temporada pelo Santos. Campeão paulista, conseguiu levar o time a brigar pelo título brasileiro depois de muito tempo e garantiu uma vaga à equipe na fase de grupos da Libertadores de 2017.

Revista Placar

RENATO GAÚCHO – GRÊMIO

Longe do futebol há mais de um ano, Renato Gaúcho voltou ao Grêmio no lugar de Roger Machado, que no início do campeonato brigava pelas primeiras colocações com o Palmeiras. E o ídolo tricolor deu certo. Não no Brasileiro, do qual abriu mão. Mas na Copa do Brasil, onde ganhou o título e botou o time na Libertadores do ano que vem.

Revista Placar