Boateng: ‘É mais difícil enfrentar Messi que Cristiano Ronaldo’

No entanto, números do zagueiro alemão são melhores contra o argentino do que nos duelos contra o português do Real Madrid

O zagueiro Jérôme Boateng, do Bayern de Munique, entrou nas acaloradas discussões sobre Lionel Messi e Cristiano Ronaldo afirmou que enfrentar o argentino do Barcelona é mais complicado. “Você simplesmente não consegue parar Messi sozinho. Com Cristiano, às vezes, isso pode funcionar, porque ele aposta, antes de tudo, em sua potência física”, avaliou Boateng em entrevista à revista alemã Sport Bild.

“No entanto, Cristiano mudou seu jogo, procura menos o drible e se concentra mais na definição. Isso fez com que ele seja ainda mais difícil de marcar, porque ele tem uma grande noção de antecipação e define com um só toque”, completou o zagueiro.

Outros dos jogadores mais difíceis de serem marcados, na avaliação do zagueiro do Bayern e da seleção alemã, é o atacante brasileiro Neymar, do Barcelona, o meia-atacante belga Eden Hazard, do Chelsea, e o atacante francês Karim Benzema, do Real Madrid.

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Histórico – Boateng já enfrentou os dois melhores jogadores do mundo diversas vezes. Nos duelos contra Messi na Liga dos Campeões, o Bayern ganhou três de quatro partidas disputadas. No entanto, a jogada que fica na memória de muitos torcedores é um drible do argentino, que deixou o zagueiro no chão, para marcar o primeiro gol do Barcelona na vitória por 3 a 0, pela semifinal da edição de 2014/2015.

Entre seleções, a Alemanha de Boateng ganhou os dois jogos oficiais contra a Argentina de Messi, a última delas na decisão da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, por 1 a 0, na prorrogação.

Contra Cristiano Ronaldo, Boateng teve menos sorte nas partidas entre Real e Bayern. As últimas quatro foram vencidas pelo time espanhol. Nos dois jogos mais recentes, o atacante ainda balançou as redes em cinco oportunidades. Nos confrontos entre Alemanha e Portugal, por outro lado, Boateng leva a melhor sobre o craque do Real Madrid, com duas vitórias em dois jogos sem sofrer gols.

(com EFE)