BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
COLUNISTAS
Blog
Diário Olímpico

Carlos Maranhão, enviado especial de VEJA


ÚLTIMOS POSTS
teste
O tempo e a paixão
Uma conversa com Nuzman
Todas as mulheres do Brasil
O senhor dos esportes

RSS
Receba as notas do Diário Olímpico em seu computador


ARQUIVO

OLIMPÍADA 2008:
OUTROS BLOGS
Diário da China
Thais Oyama
Como é estar na China
durante a Olimpíada
Fotolog da Olimpíada
Ye Li
Os jogos vistos pelos
olhos de uma chinesa
 
 14 de agosto de 2008

A confiança de Escadinha


É desagradável testemunhar derrotas quando se acredita na vitória, o que aconteceu durante a madrugada brasileira desta quinta-feira no Ginásio da Capital, em Pequim, onde o vôlei masculino voltou a perder para os russos. Mas há sempre esperança de que a equipe reencontre seu eixo ao se conversar com um jogador como o líbero Escadinha, que mais uma vez, mesmo batido por 3 sets a 1 (22-25, 26-24, 31-29, 25-19), exibiu na quadra o aguerrimento, a categoria e o entusiasmo que se espera de uma seleção dona de duas medalhas olímpicas de ouro. Aos 32 anos, Sérgio Dutra dos Santos, o Escadinha, é um ganhador. Bem antes de subir ao pódio em Atenas e no Pan carioca, ele sobreviveu como empacotador de supermercado e vendedor ambulante.

VEJA - E agora?
Escadinha -
Temos que nos recuperar. Não vamos perder a confiança em nós mesmos de jeito nenhum. Ela continua grande. Neste jogo de hoje, não nos faltaram oportunidades de passar à frente da Rússia. Desperdiçamos, infelizmente. O fundamental continua sendo a classificação para a próxima fase.

VEJA - Os brasileiros se queixaram muito da arbitragem. Você acredita que ela de fato prejudicou a equipe?
Escadinha -
Prefiro não responder. Não vou gastar minha energia com esses caras, não.

VEJA - Se pudesse escolher um adversário para as quartas-de-final, qual você preferia?
Escadinha -
Tanto faz. Estão na outra chave Itália, Japão, Estados Unidos, Bulgária, China e Venezuela, na qual ninguém acreditava e que conseguiu surpreender contra os americanos.

VEJA - Vocês estão conseguindo acompanhar a Olimpíada?
Escadinha -
É difícil. Quando não estamos na quadra, para treinar ou competir, ficamos vendo vídeos das outras partidas e estudamos os adversários. Nossa folga se resume às horas de comer e dormir. Viemos aqui para jogar e ir atrás de uma medalha. O resto é o resto.



Por Carlos Maranhao - 09:48 | Enviar Comentário



Comente

Nome

E-Mail

Comentário




Os comentários são mediados pela redação antes de serem publicados.
Não serão aceitas mensagens com ofensas pessoais e propostas comerciais.

 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |