14/07/2009 - 12:22
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Mal de Alzheimer

Novos testes podem ajudar no diagnóstico precoce da doença

O cérebro de uma pessoa sadia (a esq) e um cérebro de alguém que sofre de Alzheimer (dir)

O cérebro de uma pessoa sadia (a esq) e um cérebro de alguém que sofre de Alzheimer (dir) (Reuters)

Os cientistas estão investindo em novas pesquisas para desenvolver testes que sejam capazes de detectar, precocemente, o Mal de Alzheimer. Segundo eles, isto poderia abrir caminhos para a formulação de novos medicamentos e tratamentos mais eficazes.

Pesquisadores irlandeses descobriram que medir o tamanho do cérebro e realizar testes de memória pode dar um diagnóstico com cerca de 95% de precisão se a pessoa terá ou não Alzheimer futuramente.

Já uma pesquisa americana, revelou que alterações nos níveis de glicose somadas ao baixo rendimento em testes de memória são fortes indícios de que a pessoa poderá desenvolver esse tipo de demência.

A Associação de Alzheimer, que financiou as pesquisas irlandesas e americanas, irá investir 60 milhões de dólares (quase 120 milhões de reais) em cinco anos para tentar descobrir a causa e a cura da doença. Mais de 800 pessoas estão envolvidas nas pesquisas.

Apesar de décadas de estudo, pouco se sabe sobre o Mal de Alzheimer, uma doença que não tem cura. Atualmente, mais de 26 milhões de pessoas em todo mundo sofrem com o mal, número que pode aumentar para 100 milhões até 2050.
 

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