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Especialista tira dúvidas sobre formas de contágio da aids

Desde sua descoberta, em 1981, o HIV, vírus causador da aids, então conhecido como HTLV-III (human t-cell lymphotropic virus) nos Estados Unidos e LAV (lymphadenopathy-associated virus) na Europa, provocou profundas mudanças na sociedade. Matou mais de 25 milhões de pessoas e infectou outras 33 milhões. A rigor, o vírus não mata ninguém, mas, ao atacar as células de defesa humanas, deixa o organismo vulnerável às mais prosaicas infecções. Os últimos anos trouxeram, no entanto, uma série de avanços promissores. Na última década, o número de mortes e de novas infecções, mesmo nos países mais pobres da África, caiu. Já se fala em acabar com a doença. Não é uma meta impossível. Se todos os contaminados pelo vírus fossem diagnosticados e recebessem os medicamentos antivirais, a taxa de novas infecções poderia cair a zero. Por isso é tão importante fazer o exame para a detecção da doença. Neste vídeo, um dos principais especialistas do Brasil em aids, o infectologista Caio Rosenthal, do hospital Emílio Ribas, em São Paulo, tira as dúvidas sobre as formas de contágio e explica como a detecção precoce da doença não só ajuda o soropositivo a ter maior qualidade de vida, como também diminui os riscos de contaminar outras pessoas.


*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.

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