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Placa de Petri com meio de cultura e estirpes de bactérias E. coli enterohemorrágica (EHEC), em hospital universitário na Alemanha
Placa de Petri com meio de cultura e estirpes de bactérias E. coli enterohemorrágica (EHEC), em hospital universitário na Alemanha(ChristIan Charisius/AFP/VEJA)

A epidemia de E.coli na Alemanha chegou ao fim, segundo anunciaram as autoridades sanitárias nesta terça-feira. O surto foi responsável pela morte de mais de 50 pessoas neste ano. De acordo com o Instituto Robert Koch (RKI), centro alemão de controle de doenças, o último caso de Escherichia Coli entero-hemorrágica (ECEH) foi registrado há três semanas - o que cobre o período de incubação da doença.

"Como o instituo não registrou novas infecções ligadas à epidemia desde então, considera-se que ela está eliminada", divulgou o instituto. A vigilância, no entanto, continuará. A bactéria causou a morte de 52 pessoas, 50 delas na Alemanha, e deixou mais de 4.000 doentes. Os focos mais graves da doença foram registrados no norte da Alemanha e em Bordeaux, no sul da França. O ápice da epidemia foi registrado no fim de maio.

No início de julho, a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) confirmou que um dos lotes de sementes de feno-grego importado do Egito por vários países europeus é o "vínculo comum mais provável" entre os focos da bactéria E. coli.

(Com agência France-Presse)