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Anvisa proíbe Max Burn, suplemento alimentar que promete emagrecimento

Agência suspendeu consumo e comercialização de todos os lotes do produto que, embora tenha fórmula regularizada, foi colocado no mercado com nome não autorizado

- Atualizado em

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o consumo e a comercialização do Max Burn, produto classificado como "suplemento de perda de peso" em seu site oficial e vendido pela internet desde 2011. Segundo o órgão sanitário, a suspensão acontece porque o produto está sendo comercializado de maneira irregular, com uso indevido do registro apresentado na embalagem - concedido a outros produtos da empresa Hilê Indústria de Alimentos.

Segundo a Anvisa, o registro dado ao produto da Hilê o inclui na categoria de alimentos e permite que seja comercializado somente com os seguintes nomes: Nutralogistic, Mega 21, MR, Sete Semanas, Duom, Via Botânica, Flaxseed, Caiçara, Lippert e Aroma da Terra. O uso do nome Max Burn no rótulo é, portanto, irregular.

Segundo nota da Anvisa, "a informação induz o consumidor a um engano em relação ao registro do produto na Agência". Para o órgão, o uso do nome Max Burn, além de não autorizado, dá ainda a entender que o suplemento alimentar pode ser usado como um emagrecedor.

A consultora científica da Hilê, Ana Carolina Paz, afirmou que o produto disponível no mercado não é fabricado pela empresa. "O registro concedido para a Hilê está sendo usado de forma indevida por companhias de fachada. Também somos vítimas."

(Com Agência Estado)

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