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Centenas de egípcios seguem acampados na praça Tahrir

Manifestantes exigem que a Junta Militar transfira o poder imediatamente

- Atualizado em

União de Jovens da Revolução, que representa 8 partidos e 9 movimentos políticos, anunciou que manterá os acampamentos na praça
União de Jovens da Revolução, que representa 8 partidos e 9 movimentos políticos, anunciou que manterá os acampamentos na praça(Khaled Desouki / AFP/VEJA)

Centenas de manifestantes decidiram nesta quinta-feira permanecer acampados na praça Tahrir, no Cairo, para exigir que a Junta Militar que governa o Egito transfira imediatamente o poder a uma autoridade civil, depois de terem celebrado na quarta-feira o primeiro aniversário do início da revolução. Dezenas de tendas lotam o centro e as laterais da praça, cujos acessos foram reabertos ao trânsito de veículos nesta quinta.

Entenda o caso

  1. • Na onda da Primavera Árabe, que teve início na Tunísia, egípcios iniciaram, em janeiro, sua série de protestos exigindo a saída do então presidente Hosni Mubarak.
  2. • Durante as manifestações, mais de 800 rebeldes morreram em choques com as forças de segurança de Mubarak que, junto a seus filhos, é acusado de abuso de poder e de premeditar essas mortes.
  3. • Após 18 dias de levante popular, em 11 de fevereiro, o ditador cede à pressão e renuncia ao cargo, deixando Cairo; em seu lugar assumiu a Junta Militar.
Leia mais no Tema 'Revolta no Egito'

Um grande engarrafamento provocado pela proliferação de manifestantes testava a paciência dos motoristas, que tentavam avançar para chegar ao trabalho. A polícia não está em Tahrir, um constraste em relação ao amplo desdobramento ainda existente em edifícios governamentais próximos ao Ministério do Interior.

Na quarta-feira, dezenas de milhares de pessoas participaram da comemoração do primeiro aniversário da revolta popular que derrubou o regime de Hosni Mubarak, em uma jornada festiva que também teve espaço para reivindicações.

Revolução inacabada - Em comunicado, a União de Jovens da Revolução, que representa oito partidos e nove movimentos políticos, anunciou que manterá os acampamentos na praça para que "a revolução continue e haja uma verdadeira mudança no país".

Na nota, a organização denuncia que continuam os juízos militares contra civis, que a Lei de Emergência não será extinta completamente, como prometido, e que "a situação vai de mal a pior, o que significa que depois de um ano a revolução acabou com Mubarak, mas não com seu regime".

(Com agência EFE)

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