Mais Lidas

  1. Na casa de Cunha, clima de velório após afastamento

    Brasil

    Na casa de Cunha, clima de velório após afastamento

  2. Saiba como observar a chuva de meteoros desta madrugada

    Ciência

    Saiba como observar a chuva de meteoros desta madrugada

  3. Câmara questiona Lula e Dilma por discursos sobre 'golpe'

    Brasil

    Câmara questiona Lula e Dilma por discursos sobre 'golpe'

  4. Delcídio deve comparecer à CCJ e comprometer Lula e Renan na Lava Jato

    Brasil

    Delcídio deve comparecer à CCJ e comprometer Lula e Renan na Lava Jato

  5. Ex de Susana Vieira vira garçom e vende artesanato na web

    Entretenimento

    Ex de Susana Vieira vira garçom e vende artesanato na web

  6. Substituto de Cunha foi notificado de calção e tênis

    Brasil

    Substituto de Cunha foi notificado de calção e tênis

  7. Clientes de restaurante vegano descobrem que donos comem carne e se revoltam

    Mundo

    Clientes de restaurante vegano descobrem que donos comem carne e se...

  8. Por unanimidade, STF afasta Eduardo Cunha do mandato

    Brasil

    Por unanimidade, STF afasta Eduardo Cunha do mandato

Aung San Suu Kyi recebe Prêmio Nobel da Paz 21 anos depois

Líder opositora birmanesa não pôde receber o prêmio em 1991 pois estava em prisão domiciliar

- Atualizado em

A líder opositora birmanesa Aung San Suu Kyi agradece o Prêmio Nobel concedido em 1991, que não pode receber na época porque estava em prisão domiciliar
A líder opositora birmanesa Aung San Suu Kyi agradece o Prêmio Nobel concedido em 1991, que não pode receber na época porque estava em prisão domiciliar(DANIEL SANNUM LAUTEN / AFP/VEJA)

A líder opositora birmanesa, Aung San Suu Kyi, recebeu neste sábado em Oslo, na Noruega, o Prêmio Nobel da Paz que lhe havia sido concedido há 21 anos, em 1991. Suu Kyi sofreu quase 23 anos de perseguição política e foi obrigada a viver em prisão domiciliar durante boa parte desse período.

A viagem à Oslo foi possível graças ao processo de reformas que remodelam a autocracia birmanesa em uma democracia parlamentar, desde que a última junta militar se dissolveu e passou o poder a um governo civil, em 30 de março de 2011.

A líder disse que ter recebido o Prêmio Nobel da Paz em 1991 ajudou-a a voltar à realidade e tirou Mianmar do esquecimento. "(O prêmio) me fez real novamente, me devolveu ao resto da humanidade. E o que foi mais importante, o Prêmio Nobel atraiu a atenção do mundo à luta pela democracia e pelos direitos humanos em Mianmar', declarou a ativista na cerimônia de entrega da homenagem em Oslo.

Suu Kyi, que completará 67 anos na próxima terça-feira, chegou na sexta-feira à Noruega e foi saudada por centenas de pessoas com bandeiras norueguesas e birmanesas no centro de Oslo. Antes da leitura do discurso, a líder opositora birmanesa participou de uma reunião no Instituto Nobel, de uma audiência com os reis Harald e Sonia no Palácio Real. A líder também participa de uma reunião popular e do tradicional jantar com os membros do Comitê Nobel.

Suu Kyi não pôde receber o prêmio em 1991 porque estava sob sua primeira prisão domiciliar, que durou de 1989 a 1995.

A medalha, o diploma e os dez milhões de coroas suecas (pouco mais de US$ 1,25 milhão) receberam na época seu marido, Michael Aris, que morreu em 1999, e seus filhos, Alexander e Kim.

(com agência EFE)

TAGs:
Mianmar