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Após agressões no Ano Novo, imigrantes são espancados em Colônia

- Atualizado em

Estação de trem de Colônia, palco dos ataques em série
Estação de trem de Colônia, palco dos ataques em série(Oliver Berg/AFP)

Vários imigrantes paquistaneses e um sírio foram violentamente agredidos por desconhecidos no domingo à noite no centro de Colônia, cidade no oeste da Alemanha, informou a polícia alemã nesta segunda-feira. Um grupo de ao menos vinte pessoas atacou seis paquistaneses, ferindo dois, não muito distante da estação de trens de Colônia. Pouco depois, na mesma área, cinco pessoas feriram levemente um sírio de 39 anos.

A polícia está investigando os casos como vingança contra as centenas de agressões ocorridas na noite de Ano Novo em Colônia. A polícia informou que o número de denúncias por agressões ocorridas na noite de 31 de dezembro subiu para 516, das quais cerca de 40% correspondem a ataques de índole sexual.

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Dezoito imigrantes que buscam asilo na Alemanha estão entre os 31 suspeitos procurados por agressões sexuais. Entre os suspeitos também estão dois alemães e um cidadão americano. Os suspeitos são procurados por roubo, agressão física e ofensas sexuais. O reconhecimento de que os imigrantes recém-chegados podem estar entre os agressores do Ano Novo aumenta a pressão sobre a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que tem incentivado seu país a adotar uma postura acolhedora aos refugiados. Cerca de 1,1 milhão de pessoas que procuram asilo foram para a Alemanha no ano passado.

Neste sábado, Merkel e seu partido defenderam regras mais rígidas para a expulsão dos refugiados condenados pela justiça após as agressões. "Se um refugiado não cumpre as normas, devem existir consequências. Isto significa que deve perder o direito de residência, independente se tem uma condenação à prisão ou uma suspensão condicional da pena", disse Merkel em entrevista coletiva. "Se a lei não é suficiente, a lei deve ser alterada", completou a chanceler.

(Da redação)

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