Tarja do Tema em Foco Dominique Strauss-Kahn
 
23/02/2012 - 03:10
  • compartilharCOMPARTILHAR
  • imprimirIMPRIMIR
 

Justiça

DSK: julgamento em NY deve começar no dia 15 de março

Político francês é acusado de agredir sexualmente a camareira Nafissatou Diallo

DSK e a camareira Nafissatou Diallo

DSK e a camareira Nafissatou Diallo (Francois Guillot Stan Honda/AFP)

O julgamento civil que é movido nos Estados Unidos contra o político francês Dominique Strauss-Kahn por suposta agressão sexual a uma funcionária de um hotel em Nova York começará em 15 de março, informou nesta quarta-feira o jornal Daily News.

Os advogados da litigante, Nafissatou Diallo, não confirmaram se a audiência realmente acontecerá nesse dia, enquanto a defesa do ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse desconhecer a data do início do julgamento.

Nafissatou, a imigrante que denunciou Strauss-Kahn por uma suposta agressão sexual no Hotel Sofitel de Manhattan em 14 de maio do ano passado, também apresentou um processo contra o político francês em 8 de agosto.

Os advogados de Diallo recorreram à Justiça civil em um momento na qual a causa penal perdia força e em que reiteraram que DSK assediou sexualmente sua cliente de forma 'sádica, proposital, brutal e violenta'.

"A senhora Diallo apresenta este processo civil para fazer valer seus direitos, reafirmar sua dignidade como mulher e responsabilizar Dominique Strauss-Kahn pelo ato deplorável que cometeu", assegurou a defesa ao apresentar a acusação a um tribunal do Bronx, no norte da cidade de Nova York.

Os letrados da imigrante guineana detalharam que com o processo civil contra DSK buscam também uma compensação econômica pelos danos sofridos, mas a quantia não foi revelada.

Strauss-Kahn passou por prisão, liberdade vigiada após pagamento de fiança e, enfim, ficou livre de acusações no final de agosto passado, quando a Promotoria de Manhattan pediu ao juiz que desprezasse o caso criminal devido à falta de credibilidade no testemunho de Nafissatou.

Enquanto isso, na França, o político socialista ficou nesta quarta-feira em liberdade após permanecer detido dois dias por sua suposta implicação em uma rede de proxenetismo.

(com Agência EFE)

Comentários


comentar

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para aprovação de comentários no site de VEJA
 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados