Tarja para o tema Coreia contra Coreia
 
05/01/2012 - 08:55
  • compartilharCOMPARTILHAR
  • imprimirIMPRIMIR
 

Ásia

Coreia do Sul considera diálogo com vizinho do norte

Sucessão de Kim Jong-Un como líder supremo dá esperanças a sul-coreanos

"Se Kim Jong-Un tem o título pertinente para as conversas com a Coreia do Norte, estas serão realizadas com ele", disse Kim Sung-hwan

"Se Kim Jong-Un tem o título pertinente para as conversas com a Coreia do Norte, estas serão realizadas com ele", disse Kim Sung-hwan (Jeon Heon-Kyun / EFE)

O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Sul, Kim Sung-hwan, disse nesta quinta-feira que Seul está disposto a considerar um futuro diálogo com o novo líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, informou a agência local Yonhap. O comentário pode ser interpretado como um novo indício de que o governo sul-coreano mantém expectativas de abrir conversas com a Coreia do Norte na nova etapa aberta com a morte de Kim Jong-il, no dia 17 de dezembro, e a consolidação de seu filho mais novo, Kim Jong-Un, como sucessor e líder absoluto.

Leia também: Futuro da Coreia do Norte é tão obscuro quanto o novo líder

"Se Kim Jong-Un tem o título pertinente para as conversas com a Coreia do Norte, estas serão realizadas com ele", disse o chanceler sul-coreano, interrogado pela imprensa sobre se seu país reconhecerá como interlocutor o jovem líder do país comunista em uma possível cúpula. No entanto, Sung-hwan se mostrou cauteloso ao afirmar que "neste momento não está claro se Kim Jong-Un está envolvido em outras áreas, com exceção do setor militar". "Portanto, temos que esperar e ver", esclareceu ele.

Sucessão - Desde o anúncio, no dia 19 de dezembro, da morte de Kim Jong-il, seu filho Kim Jong-Un foi rapidamente promovido tanto no Partido dos Trabalhadores como no Exército, principal fiador do regime da Coreia do Norte, onde já ostenta a categoria de "comandante supremo".

Antes do pronunciamento do chanceler sul-coreano, o Ministério de Relações Exteriores anunciou no início do dia que, em 2012, orientará seu enfoque diplomático para manter a estabilidade na Península de Coreia diante do processo de transição que a Coreia do Norte vive. Contudo, os norte-coreanos já afirmaram que morte de Kim Jong-il não significa uma mudança política no país.

(Com agência EFE)

Comentários


comentar

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para aprovação de comentários no site de VEJA
 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados