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Por que tanta gente se apaixona por UFC

Esporte é o que mais cresce no mundo, apesar da violência – ou por causa dela

- Atualizado em

A edição de VEJA desta semana traz reportagem sobre o fenômeno UFC, torneio de artes marciais mistas, que conquista a cada dia um número maior de fãs, apesar da violência - ou justamente por causa dela. Quem são os responsáveis pela popularização do esporte no Brasil, e o que pensa o seu maior ídolo, o campeão Anderson Silva, apontado como o melhor de todos os tempos, estão entre os destaques da reportagem.

Aos que encaram o esporte como de violência extrema, estudos mostram que a luta causa menos danos físicos aos seus praticantes do que se imagina. A Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA) avaliou 1 270 lutadores entre 2002 e 2007 e concluiu que somente 23,6% sofreram uma ou mais lesões durante a luta - e, desses, 84% tiveram um machucado; 13,3% tiveram dois machucados; e 2,7% tiveram três machucados. Em apenas 3,3% ocorreu perda de consciência. Veja abaixo quais os tipos de lesão mais comuns:

Jim Kemper/Getty Images
O chute de Anderson Silva(Jim Kemper/Getty Images/VEJA)
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