Futebol nas Olimpíadas: as outras medalhas brasileiras
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Los Angeles-1984: InÃcio do fantasma francês
A equipe que disputou os Jogos de Los Angeles tinha atletas que se consagrariam anos depois, como Dunga e o goleiro Gilmar Rinaldi, ambos tetracampeões da Copa dos Estados Unidos. Depois de ir à desforra contra a Itália nas semifinais, vingando a derrota na Copa da Espanha dois anos antes, a seleção brasileira encararia a França na disputa pelo ouro. Mesmo sem Platini, que no mesmo ano ganharia a Eurocopa com o time principal, os franceses dominaram a partida e venceram por 2 a 0 – o segundo gol, com uma pequena colaboração de Gilmar. Dois anos mais tarde, o Brasil voltaria a enfrentar a França, desta vez pela Copa do Mundo. O desfecho foi o mesmo e os brasileiros voltaram a ser derrotados.
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Los Angeles-1984: InÃcio do fantasma francês
A equipe que disputou os Jogos de Los Angeles tinha atletas que se consagrariam anos depois, como Dunga e o goleiro Gilmar Rinaldi, ambos tetracampeões da Copa dos Estados Unidos. Depois de ir à desforra contra a Itália nas semifinais, vingando a derrota na Copa da Espanha dois anos antes, a seleção brasileira encararia a França na disputa pelo ouro. Mesmo sem Platini, que no mesmo ano ganharia a Eurocopa com o time principal, os franceses dominaram a partida e venceram por 2 a 0 – o segundo gol, com uma pequena colaboração de Gilmar. Dois anos mais tarde, o Brasil voltaria a enfrentar a França, desta vez pela Copa do Mundo. O desfecho foi o mesmo e os brasileiros voltaram a ser derrotados.
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Seul-1988: Antes do tetra, a prata
Entre os comandados de Carlos Alberto Silva estavam quatro futuros titulares da seleção brasileira campeã da Copa de 1994: Taffarel, Jorginho, Bebeto e Romário. A campanha na segunda fase não poderia ser mais animadora. Nas quartas, vitória sobre a arquirrival Argentina. Nas semis, o Brasil eliminou a Alemanha Ocidental, de Jürgen Klinsmann, nos pênaltis. Mas a sorte acabou na grande decisão frente à União Soviética. Mesmo com Romário abriu o placar da final, os soviéticos empataram, de pênalti, no segundo tempo e viraram com um gol na prorrogação. Segunda medalha de prata seguida para o Brasil.
Dois anos após o tetracampeonato mundial, a seleção brasileira voltava aos Estados Unidos como os grandes favoritos à medalha de ouro. O Brasil tinha um enorme trunfo: Ronaldo, que disputava sua primeira competição como protagonista, além dos veteranos Bebeto e Aldair e outros jovens talentos como Rivaldo, Dida e Roberto Carlos. Depois de passar por Gana nas quartas, o Brasil enfrentou pela segunda vez na Olimpíada a Nigéria. O jogo começou com os brasileiros abrindo vantagem de 3 a 1, mas cedendo o empate nos acréscimos e terminou na prorrogação, com o gol de ouro do atacante Nwankwo Kanu. Na disputa pelo bronze, nem mesmo a goleada por 5 a 0 sobre Portugal tirou o gosto amargo da derrota para os africanos, que levaram o ouro na disputa com a Argentina.
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Pequim-2008: Havia um Messi no caminho
Para os Jogos da China, o Brasil conseguiu novamente reunir um grupo repleto de jovens talentos, como Ramires, Hernanes e Thiago Neves. Do grupo que veio à Londres, também foram à Pequim o zagueiro Thiago Silva e o atacante Alexandre Pato. Capitaneados por Ronaldinho Gaúcho, o Brasil passou apenas na prorrogação contra Camarões (que havia eliminado a seleção olímpica e Ronaldinho em Sydney). Nas semis, clássico regional contra a Argentina, que tinha uma promessa chamada Lionel Messi no elenco. O Brasil não viu a cor da bola: 3 a 0 para os vizinhos, com gols de Sergio Aguero (duas vezes) e o veterano Juan Román Riquelme. Os argentinos também exorcizaram um demônio olímpico e bateram a Nigéria na final. Na disputa pelo bronze, o Brasil bateu sem dificuldades a Bélgica e garantiu a medalha.