Neymar e Paulo Henrique Ganso apresentam a nova camisa da seleção brasileira: Santos ficará sem os craques durante boa parte do Brasileirão
(Celso Pupo/ Fotoarena)
O Santos, que muitos consideram o melhor time do Brasil na atualidade, acabará sendo punido pela própria qualidade de seu elenco
O Santos espera vencer o Campeonato Brasileiro com as boas atuações, principalmente, de Neymar e Paulo Henrique Ganso. Mas a equipe campeã da Libertadores em 2011 não poderá contar com seus craques enquanto durar a Olimpíada. Além deles, outros jogadores devem desfalcar o Santos na campanha olímpica e também em amistosos da seleção brasileira. Os Jogos de Londres acontecem entre julho e agosto. E não é só o Santos que vai sofrer - equipes como São Paulo e Internacional também devem ceder jogadores à equipe nacional.
1 de 6
OlimpÃada de Londres
O Santos espera vencer o Campeonato Brasileiro com as boas atuações, principalmente, de Neymar e Paulo Henrique Ganso. Mas a equipe campeã da Libertadores em 2011 não poderá contar com seus craques enquanto durar a Olimpíada. Além deles, outros jogadores devem desfalcar o Santos na campanha olímpica e também em amistosos da seleção brasileira. Os Jogos de Londres acontecem entre julho e agosto. E não é só o Santos que vai sofrer - equipes como São Paulo e Internacional também devem ceder jogadores à equipe nacional.
2 de 6
Times sem teto
Cruzeiro e Atlético-MG quase caíram para a segunda divisão em 2011. Com a reforma do Mineirão, os times mandaram seus jogos em Sete Lagoas, na Arena do Jacaré. Em algumas partidas, o estádio até ficou cheio. Mas é inegável que o apoio da torcida não foi o mesmo, o que prejudicou as campanhas dos mineiros. Em 2012 não vai ser diferente. Em Belo Horizonte, a reabertura do Estádio Independência criará uma nova alternativa para os times do estado, mas o Mineirão, palco preferido deles, seguirá em reformas. Em São Paulo, o Palmeiras também está sem casa - seu estádio segue sendo reformado.
3 de 6
Jogos às 21 horas de sábado
O Campeonato Brasileiro de 2011 começou com alguns jogos realizados às 21 horas do sábado, mas logo a CBF resolveu alterar o horário das partidas. O motivo foi a fraca audiência das televisões fechadas e a falta de público nos estádios - que, como era de se prever, ficavam quase vazios nesse horário inglório. Para esta temporada, a entidade que organiza o futebol brasileiro confirmou a volta dos jogos no sábado à noite. Os canais de TV paga terão sua programação garantida, mas os times que serão colocados para jogar nessa faixa de horário certamente acabarão sendo prejudicados - afinal, jogarão em estádios quase às moscas.
4 de 6
Clássicos na última rodada
A ideia de realizar clássicos na última rodada agradou os dirigentes da CBF e foi ser mantida no Campeonato Brasileiro 2012. Entre os paulistas, destaque para o último jogo entre São Paulo e Corinthians - que ainda não foi confirmado para o Morumbi, que deve receber o show de Madonna. A estratégia de confrontar os grandes na partida de despedida também foi aprovada pelos torcedores, que nos últimos anos esperam até o final para conhecer o campeão. A medida foi bem sucedida, mas é claro que é um fator de desequilíbrio do torneio - em qualquer outra competição de pontos corridos, os clássicos são espalhados no decorrer de todo o campeonato.
5 de 6
Briga pelo poder na CBF
Depois da renuncia de Ricardo Teixeira, José Maria Marin assumiu a CBF no começo de março. O ex-governador de São Paulo não é unanimidade, e os representantes estaduais e os vice-presidentes da entidade brasileira estão de olho em seu cargo. A briga interna pode piorar quando os dirigentes não apoiarem as decisões de Marin - e isso pode provocar pressões e disputas nos bastidores. Os clubes aliados do cartola poderão, por exemplo, ganhar a dispensa de jogadores convocados para amistosos da seleção brasileira, enquanto outros, que não apoiam o dirigente, correm o risco de sofrer com decisões desfavoráveis. Não deveria ser assim, mas qualquer dirigente sabe que esse jogo político é uma realidade no futebol brasileiro.
6 de 6
Disputas polÃticas nos clubes
Outro fator que pode mudar os caminhos da competição são as brigas de bastidores entre os principais clubes do país. São Paulo e Internacional, por exemplo, travam uma batalha por Oscar - e os paulistas tentam, por exemplo, tirar o volante Sandro Silva do rival. Ainda em relação ao São Paulo, existe a disputa entre o clube do Morumbi e o Corinthians - que tenta nos bastidores impedir que clubes como Palmeiras e Santos mandem jogos no estádio do inimigo (e, assim, cedam lucro aos são-paulinos). No Flamengo, a briga não é com os adversários, e sim interna - a presidente Patrícia Amorim tenta a reeleição e, para isso, terá de fazer o time entrar com força no Brasileirão, o que pode significar até uma jogada eleitoreira com a contratação de Adriano.