Mais Lidas

  1. Andréa de Nóbrega deixa Carlos Alberto e 'A Praça É Nossa'

    Entretenimento

    Andréa de Nóbrega deixa Carlos Alberto e 'A Praça É Nossa'

  2. Patricia Abravanel bate na África e apanha nas redes

    Entretenimento

    Patricia Abravanel bate na África e apanha nas redes

  3. Campanha de Dilma recebeu R$ 2 mi de investigada na Boca Livre

    Brasil

    Campanha de Dilma recebeu R$ 2 mi de investigada na Boca Livre

  4. Ciro defende 'sequestrar' Lula em caso de pedido de prisão

    Brasil

    Ciro defende 'sequestrar' Lula em caso de pedido de prisão

  5. ‘Game of Thrones’: por que saber a origem de Jon Snow é importante

    Entretenimento

    ‘Game of Thrones’: por que saber a origem de Jon Snow é importante

  6. Defesa pede suspensão da investigação e revogação da prisão de Paulo Bernardo

    Brasil

    Defesa pede suspensão da investigação e revogação da prisão de...

  7. Impeachment pode marcar nova onda de valorização do real

    Economia

    Impeachment pode marcar nova onda de valorização do real

  8. Ministério da Cultura fazia fiscalização 'pífia', diz MP sobre grupo que desviou R$ 180 mi

    Brasil

    Ministério da Cultura fazia fiscalização 'pífia', diz MP sobre...

Entre os 'vira-casacas' de Real x Barça, dois brasileiros

Ronaldo e Evaristo defenderam as duas equipes. Mas quem sofreu foi Figo...

- Atualizado em

Ronaldo jogando pelo Barcelona (à esq.) e, depois de uma passagem pela Itália, vestindo a camisa do Real Madrid
O artilheiro Ronaldo jogando pelo Barcelona (à esq.) e, depois de uma passagem pela Itália, vestindo a camisa do Real Madrid: o Fenômeno costuma dizer que sua passagem pelo clube merengue foi mais marcante, apesar de ter vivido melhor momento no Barça(Shaun Botterill e Denis Doyle/Getty Images Sport/VEJA)

Poucos jogadores foram tão mal recebidos em Barcelona quanto Figo - sempre que entrava no Camp Nou, o português era alvo de vaias, xingamentos, sapatos, pilhas, bolas de golfe... E teve até uma cabeça de porco, num clássico em 2002

A maioria dos jogadores de futebol cresce sonhando com uma oportunidade de atuar na Europa. Na Espanha, os clubes mais desejados são o Barcelona e o Real Madrid. Privilégio mesmo, no entanto, é conseguir jogar nas duas equipes. E melhor ainda é conseguir disputar o superclássico nos dois lados, defendendo tanto os merengues quanto os azulgrana (isso, é claro, quando não se está na pele dos craques detestados por uma das duas torcidas, depois de virar a casaca e pular de um clube para o outro).

Leia também:

Leia também: Está em Madri? Então saiba como arrumar ingresso para o superclássico

O caso mais emblemático de troca de camisa por um grande craque já completou meio século. Em 1953, o argentino Alfredo di Stéfano era disputado por Barça e Real - ambos diziam ter contratado o jogador. No meio da confusão, por decisão da Fifa, uma saída inusitada: Di Stéfano jogaria de forma alternada entre os clubes, passando uma temporada em cada equipe. Depois de começar no Barcelona, o argentino foi liberado para defender o Real em definitivo. Fez história no clube, que defendeu por mais de dez anos.

Entre os brasileiros, o primeiro a ser a acusado de "traição" foi Evaristo de Macedo. O ex-jogador atuou primeiro no Barcelona, onde é ídolo até hoje. Em 1961, Evaristo anotou um gol para os catalães numa vitória sobre o maior rival, na Liga dos Campeões. No ano seguinte, Evaristo assinou com o Real, onde jogou até meados de 1965. Outro brasileiro que atuou nos dois clubes é Ronaldo. O maior artilheiro das Copas do Mundo vestiu a camisa do Barcelona entre 1996 e 1997. Voltou à Espanha em 2002, para jogar em Madri.

Leia também:

Leia também: Real Madrid e Barcelona disputam muito mais que um jogo

Leia também:

Leia também: Real Madrid e Barcelona farão 4 superclássicos em 18 dias

TAGs:
Ronaldo