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Em clássico memorável, Barça bate o Real em Madri: 4 a 3

Messi brilhou, com 3 gols. Neymar, bem mais discreto, sofreu pênalti que mudou o jogo. Real não perdia havia 5 meses. Agora, só 1 ponto separa os arquirrivais

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Messi saiu do jogo como o maior artilheiro da história do superclássico espanhol, deixando para trás um ícone do Real, Di Stéfano

A expectativa era enorme para o último encontro entre Real Madrid e Barcelona no Campeonato Espanhol desta temporada. E o superclássico deste domingo, em Madri, conseguiu corresponder plenamente. Em uma partida emocionante, equilibrada e cheia de grandes lances e reviravoltas, o Barça conseguiu vencer o arquirrival em pleno Estádio Santiago Bernabéu: 4 a 3, com três gols de Lionel Messi (dois de pênalti) e um de Andrés Iniesta. Benzema, duas vezes, e Cristiano Ronaldo, de pênalti, marcaram pelo Real. A partida teve de tudo: viradas no placar, decisões controversas da arbitragem e duelos acirrados (um deles, entre os colegas de seleção Neymar e Marcelo). Com o resultado, o time da Catalunha encosta na equipe da capital espanhola na classificação: agora, só um ponto separa os adversários na tabela. O Real não perdia havia cinco meses - sua última derrota tinha sido justamente para o Barça, no clássico do primeiro turno, no Camp Nou.

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O duelo começou com o Real Madrid pressionando os visitantes e marcando a saída de bola do Barça. O time treinado pelo técnico Gerardo Martino tinha dificuldades para criar boas jogadas. Neymar, jogando aberto pelo lado direito, não conseguia se livrar da marcação - o craque brasileiro, aliás, só funcionou mesmo em sua última participação na partida, no segundo tempo. Como de costume, o brilho de Messi resolveu o jogo para o Barça. Foi dele o passe perfeito para Iniesta entrar pela esquerda e fuzilar o goleiro Diego López, abrindo o placar. O Real custou a achar o caminho do gol, mas encontrou um atalho no lado esquerdo de seu ataque, jogando em cima do lateral brasileiro Daniel Alves. Foi por ali que o argentino Di María arrumou o cruzamento que encontrou Benzema, de cabeça, no centro da área (o goleiro Valdés falhou no lance do empate). Em jogada similar, o Real virou: Di María cruzou, Benzema finalizou, desta vez com uma bomba de perna direita.

O Real era melhor no jogo quando Messi voltou a transformar o duelo. Ele arrancou da intermediária, invadiu a área, passou para Neymar e aproveitou o corte feito pela defesa para colocar seu time em igualdade. Primeiro tempo encerrado, 2 a 2. Na segunda etapa, o português Cristiano Ronaldo enfim apareceu, conseguindo um pênalti (que foi contestado pelo Barça) em lance com Daniel Alves e convertendo a cobrança. Neymar se preparava para sair, com Pedro finalizando o aquecimento no lado de fora, quando Messi fez mais um lançamento irretocável, achando o brasileiro no mano a mano com Sergio Ramos. O zagueiro derrubou o atacante, cometeu o pênalti (em mais um lance polêmico) e foi expulso. Neymar converteu a cobrança. O Real passou a defender o empate, já que o resultado seria bom para manter o rival longe na tabela. Mas faltando oito minutos, Iniesta invadiu a área e foi derrubado. Messi, de novo, cobrou com perfeição, transformando-se no maior artilheiro da história do superclássico espanhol (deixando para trás um ícone do Real, Di Stéfano) e selando a vitória de sua equipe.

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