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Secretaria de Educação de Florianópolis não vai intervir em ação de professora contra a menina Isadora

Docente registrou boletim de ocorrência em que acusa a estudante de 13 anos, que mantém a página 'Diário de Classe', de calúnia e difamação

Por: Lecticia Maggi - Atualizado em

Isadora Faber, autora do 'Diário de Classe'
Isadora Faber, autora do 'Diário de Classe'(Reprodução/Facebook/VEJA)

A Secretaria de Educação de Florianópolis afirmou que não vai interferir no novo episódio envolvendo a estudante Isadora Faber, de 13 anos, que há cerca de três meses mantém uma página no Facebook (o "Diário de Classe") em que apresenta queixas sobre sua escola, a unidade municipal Maria Tomázia Coelho. Nesta terça-feira, a menina foi intimada a comparecer a uma delegacia, acusada por sua professora de português de calúnia e difamação. "A escola é autônoma para resolver o problema e, até o momento, não comunicou a secretaria", disse em entrevista a VEJA.com Sidneya Gaspar de Oliveira, secretária de Educação. Ela acrescentou que ficou sabendo pela imprensa que a professora, identificada apenas como Queila, havia registrado o boletim de ocorrência.

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Em 24 de agosto, Isadora escreveu que a professora de português havia tentado "humilhá-la" diante dos colegas. De acordo com o relato, todos os estudantes entenderam o "recado": a menina deveria interromper as publicações sobre a escola no "Diário" no Facebook. Quatro dias depois, a aluna publicou um post dizendo que a professora pedira desculpas, que foram aceitas.

Depois que o "Diário de Classe" ganhou notoriedade, a Secretaria Municipal de Educação determinou reformas na escola. Entre outras melhorias, foram instalados bebedouros de água; fechaduras e ventiladores foram consertados. Um professor de matemática foi demitido após denúncia de Isadora de que as aulas dele não eram satisfatórias.

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