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Surto de zika faz procura por repelentes na internet crescer 680%

Alta nas buscas pelo produto começou em novembro do ano passado, quando o Ministério da Saúde confirmou relação do zika vírus com a microcefalia

- Atualizado em

Repelente
O repelente mais vendido continua sendo o Exposis, que custa em média R$ 51,90 (iStockphoto/Getty Images)

O surto de zika vírus, que afeta o país desde 2015, fez disparar a procura por repelentes - e não apenas nas farmácias. Levantamento do Zoom, site comparador de preços e produtos, mostra que a busca por esse produto na internet cresceu nada menos que 680% entre novembro e janeiro em comparação com os três meses anteriores, quando o cenário ainda não era tão grave.

O pico de buscas aconteceu em dezembro. No mês, a procura por repelentes cresceu 552% em relação ao mês anterior. De acordo com um representante do laboratório Osler, consultado pelo site de VEJA em dezembro, a produção de repelentes da empresa aumentou em 1.100% nos dez dias que se seguiram ao anúncio do Ministério da Saúde da correlação entre zika vírus e microcefalia.

O líder entre os repelentes mais procurados no levantamento do Zoom é o Exposis, que custa em média 51,90 reais. Na segunda posição aparece o Off Aerosol (165ml), que pode ser encontrado por 17,60 reais. O terceiro colocado é o Insetprotec Aerossol (200ml) Oxyclear, que custa, em média, 18,13 reais. Completam o ranking repelentes de outras marcas que custam entre 10 reais e 20 reais.

"Como nas farmácias, perfumarias e supermercados já é difícil encontrar esse item, muitas pessoas estão utilizando a internet para comprar ou até estocar repelentes", diz Thiago Flores, diretor executivo do Zoom.

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(Da redação)

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