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Siderúrgicas e Vale perdem R$ 80 bi em valor de mercado em um ano

Ações de Vale, CSN, Gerdau e Usiminas devem continuar pressionadas, já que não há perspectiva de recuperação dos preços do minério de ferro

- Atualizado em

Vale pagará as ações da Paranapanema à vista e em reais
Vale perdeu 53,7% do seu valor em um ano, encerrando hoje a R$ 51,7 bilhões de reais(Marcelo Prates/VEJA)

A combinação de demanda fraca no mercado interno e excesso de oferta no mercado global vem afetando há meses as ações das siderúrgicas brasileiras e da Vale. O valor de mercado da mineradora e de CSN, Gerdau e Usiminas, que são listadas na BM&FBovespa, encolheu 80 bilhões de reais nos últimos doze meses, de acordo com a Economática.

A Vale que era avaliada em 111,3 bilhões de reais no dia 7 de janeiro do ano passado, perdeu 53,7% do seu valor, encerrando hoje a 51,7 bilhões de reais. A CSN, do empresário Benjamin Steinbruch, que valia 7,8 bilhões de reais, caiu 42,6%, para 4,5 bilhões de reais. Já a Usiminas teve tombo ainda maior: caiu 74,5% - de 9,2 bilhões para 2,34 bilhões hoje de reais. A Gerdau S/A recuou 65%, de 16,7 bilhões para 5,84 bilhões de reais.

Com a crise econômica, as siderúrgicas estão fazendo ajustes de produção no país. A CSN deve desligar nas próximas semanas um dos seus dois altos-fornos de Volta Redonda (RJ), o que deve gerar a demissão de cerca de 3.000 trabalhadores, de acordo com o sindicato local - a CSN não comenta a informação.

Já a Usiminas, que já tinha desligado um alto-forno no ano passado, deverá desligar outro na unidade de Cubatão (antiga Cosipa) até o fim deste mês. No início de dezembro, a Gerdau desativou a área de laminação de aço em Simões Filho (BA) e transferiu a produção para outras unidades.

A expectativa, no curto prazo, é de que os papéis dessas empresas continuem pressionados, já que não há perspectiva de recuperação dos preços internacionais do minério de ferro e a demanda por aço no Brasil deve seguir fraca.

"Aguardamos medidas do governo, que incluem a taxação de aço importado e estímulos para exportação, uma vez que os resíduos tributários tiram a competitividade da indústria, apesar do dólar", disse Marco Polo de Mello Lopes, presidente do Instituto Aço Brasil (IABr).

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(Com Estadão Conteúdo)

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