10/01/2012 - 17:00
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Negócios

Oito empresas que refletem os desafios brasileiros em 2012

Do varejo à construção civil, passando pelo setor de óleo e gás, confira as companhias em ascensão ou em dificuldades que merecerão atenção neste ano

Ana Clara Costa

O ano passado foi atribulado para grande parte das empresas brasileiras – por razões internas ou externas, boas ou ruins. Apesar do forte consumo e do aquecimento da economia doméstica no primeiro semestre, o cenário mudou significativamente a partir de junho, abrindo espaço a uma nova realidade bem menos otimista. O arrefecimento do crédito, a alta do dólar e as incertezas nos países da zona do euro fizeram com que muitas companhias tivessem de rever investimentos e planos para este ano. Outras efetuaram aquisições no final de 2011 e arriscam a entrada em novos setores no ano que começa. Há ainda as que deverão se reestruturar e repensar estratégias com base em um novo contexto econômico – de menor expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e moderação do consumo.

Com base nesses fatos, o site de VEJA selecionou oito empresas – que atuam em diversos setores, como varejo, máquinas, construção civil e bancos – que merecem ser acompanhadas ao longo dos próximos meses. Todas passaram por momentos importantes no ano que se encerrou – situações que deverão repercutir em suas atuações nos próximos trimestres.

(colaborou Carolina Almeida)

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Delta Engenharia: A senhora do PAC

Delta comanda as reformas no Maracanã para a Copa de 2014

Poucas construtoras cresceram tanto nos últimos quatro anos quanto a Delta Engenharia, do pernambucano Fernando Cavendish. O estreito relacionamento do empresário com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, com o ex-ministro José Dirceu, e com outros figurões da política fez com que a companhia se tornasse a principal receptora de recursos do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), com um faturamento próximo de 3 bilhões de reais. Somente na gestão de Cabral no governo fluminense, a receita proveniente de contratos com o estado multiplicou-se por oito – muitos dos quais sem licitação. Apenas em 2010, a Delta recebeu 127 milhões de reais por essa via, sem participar de nenhum processo concorrencial. Em São Paulo, a Delta está à frente da construção do Terminal Remoto do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, em um contrato de 86 milhões de reais, também sem licitação, para a Infraero (estatal de aeroportos). Em novembro do ano passado, o teto da obra desabou, ferindo dois funcionários. O terminal, conhecido como “puxadão”, deveria ter sido inaugurado em dezembro, antes do período de férias. Devido o desabamento, a inauguração está agora prevista para o final de janeiro.

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Luiz Andrade

Energia especialmente a produzida através do consumo de derivados de petróleo é um dos melhores negócios do mundo. mesmo com recessão a eterna instabilidade no Oriente Médio garante preços e portanto retorno de investimentos atrativos. Infelizmente no Brasil a empresa tem que enfrentar o custo do lulo/petralhismo, e se re(..)

11.01.2012

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Maria do Carmo

Não precisa ser expert para saber porque o Walmart está mal das pernas. Tem produtos ruins e não atende o consumidor. Experiencia própria. Produto estragado. 3 contatos com a ouvidoria para que tomassem conhecimento e nenhum interesse. Assim fica dificil mesmo.

10.01.2012

Francisco Magalhães Barros Junior

Em Belém essa obscura empresa fez algumas obras pra carepa que estão prestes a desabar.

10.01.2012

 

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