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'Brasil festeja Carnaval no precipício', diz 'Economist'

Revista britânica cita o fato de a crise econômica vir agora acompanhada pelo surto de zika vírus

- Atualizado em

Com a crise e o zika, o Brasil 'festeja no precipício', diz 'Economist'
Com a crise e o zika, o Brasil 'festeja no precipício', diz 'Economist'(The Economist/Reprodução)

A revista britânica The Economist publica reportagem na edição desta semana para atualizar o difícil cenário político e econômico do Brasil. Com o título "Festejando no precipício", a publicação diz que o feriado de Carnaval não vai proporcionar nenhuma pausa nas dificuldades do país, que sofre com o aprofundamento da crise política e econômica e ainda tem de lidar com o surto de zika vírus.

Apesar de reconhecer que a manutenção dos juros na semana passada era justificada, a revista também critica a estratégia de comunicação do Banco Central, que sinalizou o movimento a poucas horas da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária (Copom). "Ao invés de apoiar a credibilidade financeira do Brasil, o BC conseguiu prejudicar ainda mais."

A reportagem nota que outros problemas econômicos continuam crescendo no Brasil, e só no ano passado 1,5 milhão de trabalhadores foram demitidos das empresas. Neste ano, a revista diz que mais 1 milhão de empregados podem perder o trabalho. Enquanto ainda tem de lidar com a ameaça de impeachment, a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, tentam avançar com as reformas. Alas do PT, porém, já demonstraram ser contrárias à intenção de aumento da idade mínima para aposentadoria, diz a publicação.

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(Com Estadão Conteúdo)

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