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Dilma inaugura em Cuba porto financiado pelo BNDES

Presidente chegou ao país no domingo à tarde e participará nesta semana da Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos

- Atualizado em

A presidente Dilma Rousseff durante chegada a Havana (Cuba)
Grande parte das obras do porto vieram de dinheiro brasileiro, do BNDES(Roberto Stuckert Filho/PR/Divulgação/VEJA)

A presidente Dilma Rousseff inaugura nesta segunda-feira as obras de modernização do Puerto de Mariel, em Cuba, juntamente com Raúl Castro. A maior parte da obra foi bancada pelo Brasil, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco de fomento financiou 682 milhões de dólares do projeto nos últimos três anos, cerca de dois terços do valor total estimado para o porto (957 milhões de dólares). O dinheiro é bem maior do que o aplicado em terminais brasileiros em 2013 e a execução das obras é feita pela Odebrecht.

Dilma desembarcou em Havana domingo à tarde para participar da II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), onde se espera a participação da maior parte dos presidentes latino-americanos e caribenhos. A presidente foi recebida pelo ministro do Comércio Exterior da ilha, Rodrigo Malmierca.

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Segundo reportagem de VEJA no início de janeiro, a única garantia exigida pelo empréstimo foi a abertura de uma conta em uma agência do Banco do Brasil nos Estados Unidos. Cuba se comprometeu a manter um saldo equivalente a três parcelas do pagamento da dívida com o banco de fomento. Mas, os termos do contrato, classificado como secreto pelo governo, não são conhecidos e não se sabe até que ponto esse dinheiro representa alguma garantia de pagamento ao país. O risco de calote permanece.

Estratégia - Questionado sobre os benefícios para o país dos empréstimos do BNDES ao governo cubano, em setembro do ano passado, o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, disse que Cuba está em fase de transição rumo a uma economia de mercado e que, quando isso acontecer, o Brasil poderá se beneficiar do apoio que hoje oferece à ilha.

(com agência EFE)

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