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Bovespa fecha abaixo de 39 mil pontos pela primeira vez desde 2009

Ibovespa terminou em queda de 1,44%, a 38.944 pontos, na sexta queda consecutiva, conduzida pela volatilidade do preço do petróleo

- Atualizado em

Movimentação da bolsa de valores, na Bovespa região central de São Paulo nesta segunda-feira (21)
Petrobras e Vale, que subiam pela manhã, viraram para o negativo à tarde e pressionaram o Ibovespa(Paulo Whitaker/Reuters)

O principal índice da Bovespa fechou o pregão desta quarta-feira abaixo dos 39 mil pontos pela primeira vez em quase sete anos, baixa influenciada pela queda do preço do petróleo e a piora do humor em Wall Street. O Ibovespa caiu 1,44% e encerrou o dia a 38.944 pontos, na sexta queda consecutiva. É o menor nível desde 16 de março de 2009. Na mínima da sessão, registrou 38.822 pontos (-1,75%) e na máxima, 40.050 pontos (+1,36%).

Pela manhã, a bolsa brasileira acompanhou o efeito de dados farováveis da balança chinesa, recuperando parte da queda dos últimos dias. Pequim anunciou que seu superávit comercial ficou em 60,1 bilhões de dólares em dezembro, acima da previsão dos analistas.

No começo da tarde, porém, os negócios foram afetados pelo anúncio de dados de estoques de petróleo e derivados divulgados pelo Departamento de Energia dos EUA. Os números vieram muito acima das previsões e derrubaram o preço do petróleo. O preço do óleo Brent (principal referência internacional) chegou a cair novamente abaixo dos 30 dólares por barril, mas fechou cotado a 30,31 dólares.

Na Bovespa, Petrobras e Vale, que subiam pela manhã, viraram para o negativo à tarde e pressionaram o índice para baixo, num movimento coordenado com outros papéis, como os dos setores financeiro e siderúrgico. Petrobras ON caiu 2,86% e a PN fechou em baixa de 4,70%. Vale ON terminou em queda de 4,36% na ON e de 3,03% na PNA.

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Dólar - No mercado de câmbio, o dólar recuou 0,85%, a 4,0109 reais na venda, ajudado pelos dados positivos do comércio chinês. Ao longo da sessão, a moeda chegou a cair a 3,9710 reais,mas afastou-se das mínimas em meio à volatilidade dos preços do petróleo no exterior.

(Com Reuters e Estadão Conteúdo)

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