Mais Lidas

  1. ‘Game of Thrones’: por que saber a origem de Jon Snow é importante

    Entretenimento

    ‘Game of Thrones’: por que saber a origem de Jon Snow é importante

  2. Comissão tem bate-boca entre Janaína e Lindbergh por juiz que mandou prender Paulo Bernardo

    Brasil

    Comissão tem bate-boca entre Janaína e Lindbergh por juiz que...

  3. Morre o ator Bud Spencer, ícone do western spaghetti

    Entretenimento

    Morre o ator Bud Spencer, ícone do western spaghetti

  4. Juiz mantém prisão de Paulo Bernardo e demais investigados na Custo Brasil

    Brasil

    Juiz mantém prisão de Paulo Bernardo e demais investigados na Custo...

  5. Com crise financeira no RJ, Dornelles diz que Jogos podem ser 'grande fracasso'

    Brasil

    Com crise financeira no RJ, Dornelles diz que Jogos podem ser...

  6. Gleisi diz que prisão de Paulo Bernardo é 'tortura da era moderna'

    Brasil

    Gleisi diz que prisão de Paulo Bernardo é 'tortura da era moderna'

  7. 'Game of Thrones': final da 6ª temporada é recheado de mortes e confirma teoria dos fãs

    Entretenimento

    'Game of Thrones': final da 6ª temporada é recheado de mortes e...

  8. Silvio Santos dá cantada e agarra 'colega de auditório'

    Entretenimento

    Silvio Santos dá cantada e agarra 'colega de auditório'

Banco público corta juros, mas tem cliente de mais risco

Dados do Banco Central mostram que, quanto à classificação dos empréstimos, instituições privadas concentram a maior parte dos correntistas considerados 'bons pagadores'

- Atualizado em

Logo do banco Caixa Econômica Federal
A CEF tem operações para pessoas físicas com classificação de risco pior que nos concorrentes privados(Divulgação/VEJA)

Nem bem a corrida pelo aumento do crédito e redução dos juros começou e os bancos públicos já estão em desvantagem. Pelo menos quanto à classificação dos empréstimos concedidos aos clientes. Dados do Banco Central mostram que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal têm operações para pessoas físicas com classificação de risco pior que nos concorrentes privados.

Quando um financiamento é realizado, bancos avaliam a transação e atribuem uma nota individual. É parecido com o que as agências de classificação de risco fazem com os países. Pelos critérios do Banco Central, as avaliações vão de "AA" até "H", a pior entre as nove possíveis.

Nas duas primeiras notas -- "AA" e "A" -- estão as melhores operações e que têm o menor risco de calote. A partir de "B", ficam os financiamentos com atraso de 15 dias no pagamento ou risco equivalente. No "H" estão os clientes que não pagam há mais de seis meses.

Por esse critério, bancos particulares têm boa parte dos clientes na melhor faixa, entre o "AA" e "A": 75,9% dos empréstimos para pessoas físicas recebem essa classificação. Nos públicos, a situação é oposta: a maioria está no grupo entre "B" e "H", faixa que concentra 55% dos financiamentos. Portanto, a fatia dos melhores clientes fica com 45% das operações.

O BB e a Caixa vão reduzir a partir desta semana os juros de várias linhas de crédito. O objetivo é tirar parte da clientela dos bancos privados. Além disso, o governo acredita que o movimento pode incentivar a concorrência e provocar a redução dos juros em todo o mercado.

(Com Agência Estado)

TAGs:
Banco Central
Empréstimo
Financiamento
Banco do Brasil
Caixa Econômica Federal