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Até os chineses, quem diria, estão comprando menos bolsas Louis Vuitton

Não apenas as vendas nas lojas chinesas recuaram, como também os gastos de turistas asiáticos em mercados europeus

- Atualizado em

Chinesas fazem compras na Louis Vuitton, em Londres
Chinesas fazem compras na Louis Vuitton, em Londres(James McCauley/Harrods via Getty Images/VEJA)

O consumo voraz da população chinesa por grifes de luxo, em especial a Louis Vuitton, começa a dar os primeiros sinais de arrefecimento. O maior mercado do conglomerado LVMH, que detém a marca de alta costura, mostrou retração no segundo trimestre, segundo o balanço divulgado nesta sexta-feira pela companhia. Não apenas as vendas nas lojas chinesas recuaram, como também os gastos de turistas asiáticos em mercados europeus. As filas de chineses nas lojas da Louis Vuitton em Paris se tornaram, na última década, tão presentes na capital francesa quanto a própria Torre Eiffel.

O resultado é que a LVMH, que é dona ainda das marcas Fendi, Bulgari e Givenchy, divulgou faturamento e lucro abaixo do esperado. O crescimento das vendas da marca no segundo trimestre despencou para zero ante alta de 9% no trimestre anterior. Já no acumulado do primeiro semestre, o lucro do conglomerado alcançou 2,576 bilhões de euros (3,47 bilhões de dólares), uma queda de 5%.

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Além de ter de lidar com a queda nas vendas decorrente do próprio desaquecimento da economia, a Louis Vuitton, que é a maior marca de luxo do grupo LVMH, também vem enfrentando dificuldades para combater uma crescente percepção entre consumidores de mercados emergentes de que foi popularizada demais - não só por sua grande adesão entre as camadas mais abastadas, mas também devido à ampla rede de falsificação. A marca vem tentando reconquistar consumidores e a exclusividade fortalecendo suas ofertas de ponta com produtos de couro e design sofisticado, mas os resultados ainda não aparecem no balanço.
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