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Contrastes usados em ressonância magnética podem causar síndrome rara

Substância presente nos contrastes pode ser fatal para pacientes com insuficiência renal

- Atualizado em

Exame de ressonância magnética
(Miguel Alvarez/AFP/AFP)

A agência reguladora americana de alimentos e medicamentos (FDA) emitiu um alerta, nesta quinta-feira, para medicamentos com base em três substâncias utilizadas para fazer o contraste em exames de ressonância magnética. Essas substâncias, que permitem visualizar melhor os órgãos, também podem provocar uma síndrome rara, mas potencialmente mortal.

O problema é o gadolinium, presente em substâncias injetáveis como a Magnevist, Omniscan e Optimark. O gadolinium, já conhecido por sua toxicidade hepática, é um metal dotado de propriedades magnéticas particulares, que permitem observar melhor os órgãos durante exames de ressonância. Ele pode desencadear a dermopatia fibrosante nefrogênica, uma esclerodermia sistêmica que afeta, sobretudo, as pessoas que sofrem de insuficiência renal. Pode ser fatal.

A FDA determinou que de hoje em diante uma advertência deverá constar nos frascos das substâncias. Em seu alerta, a entidade insiste na necessidade de se examinar os pacientes, antes da realização de exames de ressonância, a fim de determinar se eles sofrem de insuficiência renal crônica.

O Magnevist é comercializado pela Bayer Healthcare; o Omniscan, pela GE Healthcare, e o Optimark, pela Covidien.

(Com Agência France Presse)

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