Caso Michael Jackson
'Quatro anos de prisão para Conrad Murray não são suficientes', diz mãe de Michael
A única pessoa que achou pesada a pena foi a namorada do médico
Michael Jackson
O juízo final de Conrad Murray
Teve início em 27 de setembro, em Los Angeles (EUA), o julgamento de Conrad Murray, médico do pop star Michael Jackson à época de sua morte, há dois anos. Acusado de homicídio culposo por overdose de Propofol, anestésico que induzia o cantor a dormir, Murray foi declarado culpado pela morte de Michael Jackson, em 07 de novembro. A sentença definitiva será anunciada apenas em 29 de novembro. Confira imagens:
A mãe de Michael Jackson não ficou sastisfeita com o fato de Conrad Murray ter pegado a pena máxima pela morte do astro, sentença anunciada nesta terça-feira pelo juiz Michael Pastor, de Los Angeles. "Quatro anos não são suficientes", disse Katherine Jackson depois de deixar o tribunal. Também de lá, Murray saiu direto para a prisão, onde vinha aguardando sua sentença desde que foi condenado, no começo de novembro, pelo homicídio não intencional do cantor. Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009, de overdose de propofol, remédio tomado para induzir o sono.
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"Quatro anos não são nada perto da vida de alguém", disse Katherine à imprensa. "Cem anos não seriam suficientes", completou Jermaine Jackson, irmão de Michael que acompanhava a mãe. A família Jackson ficou mais indignada com o fato de que, além de uma pena curta por homicídio, Murray pode cumprir apenas metade do tempo previsto, como a lei local permite.
A única pessoa que achou pesada a pena foi a namorada do médico responsável pela turnê This Is It, para a qual Michael se preparava antes de morrer. Nicole Alvarez, que é também mãe do filho de Murray, disse que o cardiologista passou os dois últimos anos "triste" e que a sentença proferida nesta terça era "ridícula", de acordo com o site americano TMZ.
As principais acusações contra Conrad Murray
Administração de altas doses de Propofol
A principal acusação contra Conrad Murray é a administração de altas doses do anestésico propofol ao cantor Michael Jackson. O remédio tem uso restrito a hospitais, mas Murray o dava ao cantor com a intenção de ajudá-lo a dormir. Além do anestésico, Murray combinou administrou sedativos, como o Lorezapam, o que contribuiu para a morte de Michael Jackson, no dia 25 de junho de 2009.






































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