Cinema
Documentário refaz trajetória dos Mamonas Assassinas
Música
Mamonas Assassinas
O acidente aéreo que provocou a morte dos cinco integrantes do grupo Mamonas Assassinas completa 15 anos nesta quarta-feira. Em 2 de março de 1996, o Learjet LSD que transportava a banda caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo, a poucos minutos de pousar no Aeroporto de Gurarulhos. Era o fim de um dos maiores fenômenos musicais do país. A carreira da banda foi curta - apenas oito meses -, mas o tempo foi suficiente para conquistarem milhares de fãs por todo o Brasil. O CD Mamonas Assassinas foi o disco de estreia que mais vendeu em toda a história do mercado musical brasileiro — 1,8 milhão de cópias. A seguir, acompanhe imagens que retratam a irreverência e alegria do grupo:
Quem se encantou com o cabelo da hora da mina, com a saga de Manoel numa festinha esquisita e, ainda, com a transformação de um tal de RoboCop Gay pode relembrar os feitos de cinco rapazes de Guarulhos no documentário Mamonas pra Sempre, produção que chega nesta sexta-feira aos cinemas. Pouco mais de 15 anos após a morte repentina de todos os integrantes do grupo, que fez sucesso meteórico entre 1995 e 1996 e vendeu 3 milhões de cópias de seu único álbum, os fãs têm a chance de rever as estripulias de Dinho (vocal), Bento (guitarra), Júlio (teclados), Samuel (baixo) e Sérgio (bateria).
Dirigido por Cláudio Kahns, o filme, que começou como uma pesquisa para a realização de um longa-metragem de ficção ou uma minissérie de TV, não traz grandes novidades sobre a banda e se baseia em duas vertentes: entrevistas com familiares e outros conhecidos dos membros da banda e imagens de arquivo pessoal, feitas pelos próprios artistas durante apresentações e viagens.
A produção parte da história da banda Utopia e de como um rock mais sério deu lugar ao jeitão escrachado dos Mamonas Assassinas. Em 1990, durante um show do Utopia, que fazia covers de Legião Urbana, Titãs e Rush, o trio contou com a ajuda de um jovem da plateia para cantar uma música do Guns N' Roses. O rapaz era Alecsander Alves, mais conhecido como Dinho. Já com Júlio e Dinho no grupo, a banda lançou seu primeiro disco, um fiasco que não vendeu nem 100 cópias.
Longe dos palcos, o bom humor dos garotos já rendia paródias e sons mais engraçadinhos, que faziam sucesso nas apresentações. Resolveram, então, mudar o estilo e o nome da banda e criar um novo jeito de fazer rock. Nascia o fenômeno Mamonas Assassinas.
Um momento bem aproveitado pelo filme é a guerra que os Mamonas Assassinas causaram entre as emissoras de televisão. Com o sucesso avassalador, o grupo era o convidado principal dos programas dominicais dos três maiores canais abertos da época, Globo, SBT e Manchete. Faustão e Gugu, por exemplo, disputavam a presença da banda no palco, o que, na época, era garantia de primeiro lugar no Ibope.
Na contramão do excesso de imagens antigas que compõem o filme, foram criados avatares responsáveis por garantir um pouco de humor, característica mais forte dos Mamonas. Assim, ao longo dos 84 minutos de projeção, Dinho, Bento, Júlio, Samuel e Sérgio marcam presença por meio dos bonequinhos que fazem graça na tela. O efeito dá um ar mais leve à produção e anima o espectador, que pode se cansar com as sequências amadoras registradas pelos próprios músicos. O documentário evita explorar a morte prematura dos integrantes do grupo ao tratar a tragédia de forma respeitosa e narrar o que houve sem sentimentalismos.
(Com Agência Estado)











Comentários
Aurileia Frank Silva
Muito bom relebrar um sucesso como esse... vale a pena relembrar os Mamonas.
23.03.2012
julia
cristina . sem sentimentos heim. te toca garota e acorda pra vida , quer dizer porque vc ñ gosta vc quer que alguem morra
23.02.2012
tassia
CRISTINA- só uma pessoa pobre de espírito poderia escrever uma coisa dessa da banda que foi a mais engraçada e criativa que já existiu no brasil. vai ouvir re start sua tosca
24.10.2011
monica dos santos
descupe cristina mais vc que é um lixo fala mal de pessoa tao maravilhosas q já se foi no mundo da gente
20.10.2011
Cristina
um lixo a menos no cenario musical do Brasil, aff
02.09.2011
kérily
se eu pudesse eu trocaria"RESTART,NX0,FRESNO," pelos mamonas assassinas eles fizeram história vou adorar ver esse documentário
14.07.2011
karina
amo d+++.... não vejo a hora de assitir.... sou de guarulhos e tenho maior orgulhooooooo... amooooo mamonas!!!!!!
20.06.2011
Antonio
é de extremo mau gosto, se não falta de respeito com os familiares, que ao acessar o google, encontra-se livremente fotos dos corpos dos mamonas mortos naquele trágico acidente.
17.06.2011