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A prisão do pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), materializou as suspeitas que rondavam a organização há alguns anos: o de que, por trás dos muros dos templos e da "residência coletiva" mantida pelo religioso, ocorrem abusos. Os depoimentos de duas vítimas, prestados em abril deste ano, possibilitaram os pedidos de prisão preventiva à Justiça, concedidos por duas varas criminais de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, reduto de seguidores do pastor.

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As ordens de prisão foram expedidas na quinta-feira passada. Mas, desde então, não foi possível deter o pastor em uma área pública. Ele foi, então, monitorado de perto por agentes da Delegacia Especial de Combate às Drogas (DCOD). Os agentes interceptaram o carro em que seguia o pastor às 22h15 de terça-feira, na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro.

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