06/02/2012 - 22:44
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Corrupção

Rede de Escândalos revisa mais 8 casos e 31 personagens

Ferramenta de VEJA.com retrata episódios mais rumorosos da vida política

Francenildo Santos Costa, vítima de quebra de sigilo em 2006, episódio que levou à queda do então ministro da Fazenda Antonio Palocci

Francenildo Santos Costa, vítima de quebra de sigilo em 2006, episódio que levou à queda do então ministro da Fazenda Antonio Palocci (Cristiano Mariz)

Mais oito casos entram hoje para a Rede de Escândalos, de VEJA.com. Com atualizações semanais, esta rede social peculiar perfila os envolvidos nos episódios mais rumorosos da vida política brasileira e acompanha seus desdobramentos. A ferramenta foi lançada em 9 de dezembro, Dia Mundial de Combate à Corrupção, e já coleciona 51 casos envolvendo 265 parlamentares, chefes do executivo, burocratas, lobistas, empresários, juízes, entre outros personagens.

Os novos casos retratados na Rede são: o bunker petista montado nas eleições de 2002; o caso GTech (2004/2005), empresa que acusou ex-assessores dos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci de extorsão; o caso do assessor petista apanhado com dólares na cueca (2005); o escândalo da quebra do sigilo do caseiro Francenildo (2006); o caso do cheque de 2,2 milhões de reais que Joaquim Roriz diz ter tomado emprestado do fundador da Gol, Nenê Constantino; o escândalo dos cartões corporativos (2008), que atingiu três ministros de Lula; o caso do dossiê montado logo em seguida na Casa Civil, a título de revanche, para constranger Fernando Henrique e Ruth Cardoso; e o caso Lina Vieira (2009), a ex-secretária da Receita Federal que disse ter sido instada por Dilma Rousseff a "agilizar" uma investigação em curso sobre a família Sarney.

Mais do que entender como funcionavam os esquemas por trás de cada um dos casos, a rede vai esclarecer o destino que tiveram seus personagens. O compromisso não é apenas o de revisitar o passado, ressaltando as lições que o país aprendeu (ou desperdiçou) em cada episódio. É também o de manter o leitor informado sobre o desenrolar de investigações e julgamentos – e sobre o destino daqueles que em algum momento, ou repetidamente, atentaram contra o bem público.

Clique sobre a imagem para acessar o infográfico:

Arte/VEJA

 

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