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Governo lança novo modelo de identidade nesta quinta

RIC reunirá dados como sexo, CPF e impressão digital dos brasileiros em chip

Por: Luciana Marques - Atualizado em

Novo Registro de Identidade Civil
(Foto: Divulgação/VEJA)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, lançaram nesta quinta-feira o modelo de documento que vai substituir o RG no país. Com o chamado Registro de Identidade Civil (RIC), os brasileiros serão identificados por um único número em nível nacional - evitando que uma mesma pessoa seja registrada em mais de um estado.

A nova carteira de identidade terá um chip, onde estarão armazenadas as impressões digitais do titular e informações como sexo, nacionalidade, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, dados de outros documentos, entre outros. Embora o chip da nova identidade traga os números do título de eleitor e CPF, ela não substitui os números desses documentos.

O atual RG valerá até que todos os cidadãos tenham sido recadastrados no novo sistema - o que deve ocorrer até 2019. A nova forma de identificação inicialmente chegará a 2 milhões de pessoas selecionadas em Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO).

Os contemplados receberão uma carta com informações sobre o local onde o novo documento poderá ser retirado. Os custos iniciais de emissão do documento - por volta de 90 milhões de reais - ficam por conta do Ministério da Justiça. Após a primeira etapa, será discutido como serão pagas as demais emissões do RIC.

Segurança - O documento conta com 17 itens de segurança, o que evita fraudes durante abertura de contas bancárias, por exemplo, ou que uma pessoa se passe por outra portando um documento furtado.

O evento de lançamento do novo registro também contou com a presença do diretor do Instituto Nacional de Identificação, Marcos Elias de Araújo, do diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Renato da Silveira Martini, do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski e do presidente da Casa da Moeda do Brasil, Luiz Felipe Denucci.