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Na TV, Dilma compara Marina a Collor e Jânio

Campanha do PT centra fogo na adversária do PSB, que seria eleita com uma base parlamentar reduzida e cujo perfil é apontado como inflexível para conduzir negociações. "Seria a chefe do partido do eu sozinho."

- Atualizado em

Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB)
Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB)(Ivan Pacheco e Felipe Cotrim/VEJA.com)

(Atualizado às 16h10)

A arrancada de Marina Silva (PSB) na última pesquisa Datafolha provocou mudanças na linha da campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) na televisão. Nesta terça-feira, a propaganda eleitoral petista subiu o tom e comparou a adversária do PSB aos ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor de Melo. O recado foi direto: "O Brasil elegeu dois salvadores da pátria. E a gente sabe como isso terminou".

No programa, a campanha petista, comandada pelo marqueteiro João Santana, exibiu imagens de jornais estampando a renúncia de Jânio e o impeachment de Collor - no caso do último, que é aliado de Dilma, sem exibir seu rosto. O programa questiona que, se Marina fosse eleita hoje, teria uma base parlamentar no Congresso de 33 deputados, incapaz de conseguir aprovar projetos. "Seria a chefe do partido do eu sozinho", diz o locutor. Na sequência, alfinetou o perfil de Marina, apontada como inflexível pelos adversários: "Como é que você acha que ela vai conseguir esse apoio sem fazer acordos?" E será que ela quer? Será que ela tem jeito para negociar?", questionou o locutor.

O jogo de apoio político também foi abordado por Marina, mas na linha contrária: a ex-senadora lembrou o loteamento de ministérios e cargos na máquina em troca de votos no Congresso. Na TV, Marina disse que não é possível fazer avanços com um "governo repartido como carta de baralho".

Em terceiro lugar nas pesquisas, o candidato tucano Aécio Neves afirmou que o eleitor tem hoje "dois caminhos" e citou nominalmente Marina Silva - além do seu, obviamente. O tucano disse que Marina é uma pessoa com "boas intenções", mas sem "força política" para fazer mudanças. E continua: "Sem experiência, sem força política, o sistema engole as boas intenções".

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