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MPL hostiliza Haddad e Alckmin após missa na Catedral da Sé

Prefeito foi atingido por garrafa ao deixar a celebração em homenagem aos 462 anos da capital paulista. Grupo tentou impedir saída dos carros do prefeito e do governador

- Atualizado em

Membros do MPL tentam impedir Haddad de deixar a Catedral da Sé
Membros do MPL tentam impedir Haddad de deixar a Catedral da Sé(Reprodução / Facebook/VEJA)

O prefeito Fernando Haddad (PT) foi cercado e hostilizado por cerca de quinze integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) na manhã desta segunda-feira, após missa em homenagem ao aniversário da cidade, na Catedral da Sé, em São Paulo. Haddad foi atingido por uma garrafa vazia e houve empurra-empurra e confusão. Um vídeo publicado pelo grupo nas redes sociais mostra integrantes do MPL se preparando para atacar o prefeito.

Assim que Haddad saiu da catedral, a manifestante Andreza Delgado, do MPL, colou um adesivo no carro do prefeito, com os dizeres "R$ 3,80 não pago". O grupo se posicionou em frente ao veículo, tentando impedir a saída. A Polícia Militar chegou e começou a retirar os manifestantes. "Hoje é dia de festa, não para falar sobre isso", disse o prefeito ao MPL.

O prefeito entrou no veículo oficial e saiu. O governador Geraldo Alckmin (PSDB), o secretário municipal da Educação, Gabriel Chalita, e o futuro secretário estadual da Educação, José Renato Nalini, estavam no local e não pararam para falar com a imprensa. O governador também foi cercado e hostilizado pelo grupo.

Os manifestantes bloquearam durante vinte minutos a Praça João Mendes. Veículos que estavam parados saíram em marcha ré.

(Com Estadão Conteúdo)

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