29/07/2011 - 19:41
  • compartilharCOMPARTILHAR
  • imprimirIMPRIMIR
 

Mundo animal

Leão Ariel será cremado em São Bernardo

O felino morreu depois de uma parada cardiorrespiratória. A cerimônia acontece às 15 horas deste domingo

 

Memória

O leão Ariel

Os primeiros problemas de locomoção de Ariel apareceram em julho de 2010. Transferido de Maringá (PR), onde vivia, para São Paulo há pouco mais de um mês, o leão estava sendo submetido a um tratamento de saúde, mas não resistiu e morreu. Confira imagens da vida do leão:

O leão Ariel será cremado em São Bernardo do Campo (SP) às 15 horas deste domingo, em São Paulo. Ariel morreu na quarta-feira, depois de uma parada cardiorrespiratória. 

“Foi uma forma que encontramos de reverenciar a luta e a bravura de alguém muito importante para nós", disse Raquel Borges, dona de Ariel. "Ele veio ao mundo para uma missão: ensinar o ser humano a respeitar e amar a vida. Ariel fez muita diferença na minha vida e na vida da minha família".

O gerente do crematório Pet Memorial, Manoel Garrote, avisou que a cerimônia de cremação será especial. “Vamos preparar uma cerimônia do tamanho da importância que o Ariel representou para a sua família”, disse.

Tristeza ─ Com três anos, Ariel sofria de uma doença degenerativa e estava tetraplégico. O felino ganhou fama quando seus criadores começaram uma corrente na internet para arrecadar recursos para que ele voltasse a se movimentar. O animal vivia em Maringá (PR), mas estava em São Paulo há mais de um mês, onde era submetido a um tratamento veterinário. Conhecido como plasmaférese, o procedimento remove elementos do plasma sanguíneo que possam ser responsáveis por algumas doenças.

Os primeiros problemas de locomoção apareceram em julho de 2010. Na capital paulista ele recebia doações de plasma sanguíneo de outros leões. Nesta quarta-feira, a veterinária Livia Pereira Teixeira, que cuidava de Ariel há sete meses, percebeu que ele tinha sofrido uma parada cardiorrespiratória depois de beijar a barriga do animal, limpar seus olhos e, com a ajuda de outra veterinária, mudá-lo de posição. Livia tentou, em vão, reanimá-lo com injeções de adrenalina e massagens cardiorrespiratórias. “Ele era como um filho", contou.

LEIA TAMBÉM

Hipopótamo do Zoo de São Paulo passará por exames

  Tags

Comentários


comentar

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais(e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para aprovação de comentários no site de VEJA

victor augusto

parabens,ao pet memorial vendo estra homenagem se mostraram um mega empresa, sucesso ao trabalho e empenho da equipe do pet menmorial

11.08.2011

Jéssica Luana

Nossa ki pena, gostava tantoooo dele!

29.07.2011

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados