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Governo teme debandada na base em caso de saída do PMDB

PP, PR e PSD, que juntos somam 121 deputados, são os partidos mais propensos a seguir a legenda de Michel Temer em um eventual rompimento com Dilma Rousseff

- Atualizado em

IMPLOSÃO -  A sociedade financeira entre o PT da presidente Dilma Rousseff e o PMDB do vice Michel Temer está ruindo com o avanço da Operação Lava-Jato
PMDB, de Michel Temer, decide na terça se rompe com o governo Dilma(Ueslei Marcelino/Reuters)

O governo Dilma Rousseff teme que o desembarque do PMDB, que pode acontecer na próxima terça-feira, provoque uma debandada na base. Segundo a Folha de S. Paulo, aliados da presidente acreditam que PP, PR e PSD são os mais propensos a seguir o partido de Michel Temer em uma eventual ruptura com o governo. Juntas, essas três siglas somam 121 deputados no Congresso - votos que podem ser decisivos no processo de impeachment.

De acordo com o jornal, o governo já dá como certa a saída do PMDB. O partido vai definir se rompe com Dilma em reunião do diretório nacional, na terça. Em um sinal de que o desembarque ganha cada vez mais força, até a maioria PMDB do Rio, que até então era o maior aliado da presidente, votará pelo rompimento.

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Saída do PMDB do Rio deve acelerar impeachment

Temer intensifica articulação pelo rompimento

Com o agravamento do desgaste do Planalto, os líderes de PP, PR e PSD têm sido pressionados por seus parlamentares a deixar o governo - e nem a oferta de cargos parece suficiente para segurar os partidos da base. Segundo a Folha, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) informou o Planalto que recebeu recados de que sua bancada não está disposta a "ir para o sacrifício" por Dilma.

Ciro Nogueira recebeu na semana passada assinaturas da ala do partido que pede a saída da legenda da base governista. Ainda aliado do Planalto, o senador marcou para quarta-feira - um dia depois da reunião do PMDB - um novo encontro com seus correligionários para agendar a data da convenção do partido.

Um dos principais articuladores do PP pelo rompimento com o Planalto, o deputado Jerônimo Goergen (RS) chegou a afirmar que "a saída do PP está engatilhada e vai se somar com o tiro do PMDB".

(Da redação)

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